31/01/05
Publicada por
Zé Leonel
à(s)
1/31/2005 06:58:00 da tarde
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
28/01/05
A Fraude diz que há uma Mega-Fraude....
O desgraçadinho continua a insistir na martirização, agora considera que existe uma mega-fraude nas sondagens que apontam para o resultado esperado por toda a gente. Já tinham apontado baterias à empresa Eurosondagens com um argumento similar. É triste.
Todos nós temos conhecidos assim, aqueles que só fazem asneiras mas que nunca têm a culpa de nada, há sempre alguém ou alguma coisa que fez com que a asneira acontecesse. A esses costumamos apoiar, aconselhar e esperar que melhorem. Mas um país não pode esperar. E também nunca conheci ninguém como este agora, ele sim uma fraude.
Publicada por
Zé Leonel
à(s)
1/28/2005 09:36:00 da manhã
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
26/01/05
Ai o "Contexto"!...
O "contexto" é um problema. Mais do que isso: o "contexto" farta-se de criar problemas. Mais ainda: o "contexto" é o pai de todos os problemas!
Se não houvesse o problema do "contexto", a nossa vida correria bem. Os políticos diriam coisas lógicas e coerentes. Os governantes anunciariam o que tencionavam, de facto, fazer. Os dirigentes desportivos criticariam o que querem criticar e desculpariam o que querem desculpar. Os comentadores comentariam, os profetas profetizariam, os bloguistas blogariam, e tudo seria aquilo que se dissera que era.
Mas não. Antes do texto, depois do texto, para além do texto - há o "contexto". O "contexto" é que estraga tudo. O "contexto" é que põe uma pessoa a dizer o que ela não disse, ou disse, mas não exactamente assim, ou disse só assim-assim, não com aquela intenção embora com aquelas palavras, quer dizer, disse mas não disse, ou não disse mas disse, e nem queria exactamente dizer...
Sim, eu sei que muitas vezes os jornalistas retiram indevidamente certas declarações do seu contexto e, com isso, cometem abusos de arrepiar. Mas convenhamos que é difícil encontrar hoje, na vida pública portuguesa, umas costas mais largas que as do dito "contexto".
Quando Francisco Louçã tem aquela tirada tão infeliz contra Paulo Portas a propósito do aborto, está bom de ver que as declarações precisam de ser lidas no "contexto". No fundo, o que ele disse seria totalmente diferente se se tivessem transcrito mais cinco minutos de conversa antes e cinco minutos de conversa depois! Se se tivesse mostrado o "contexto". Assim...
Quando Nuno Cardoso, ele que se dizia "muito calmo", perde as estribeiras a propósito de um assunto de justiça e começa a insinuar perseguições de todo o mundo, é óbvio que o momento não pode ser visto isolado do seu "contexto". No fundo, o que ele disse não foi bem o que ele queria dizer, aliás ele quase não disse, apenas sugeriu, e se disse o que disse foi só porque estava nervoso, e quando um político está nervoso já se sabe que até troca o texto - quanto mais o "contexto"!
Quando Santana Lopes fala do "incómodo" causado pelas fugazes férias africanas de Morais Sarmento, é mais que evidente que as suas declarações têm de ser lidas no "contexto". Se calhar o "incómodo" até era por ainda não ter recebido notícias dele, ou por uma pontita de inveja por não ter ido também, ou porque no momento estava mal do estômago, vamos lá imaginar, a palavra "incómodo" pode ser usada por um político, e logo um político eloquente como Santana Lopes, em tantos e tão variados "contextos"...
Quando Rui Rio se escusa a responder a perguntas dos jornalistas, garantindo que eles vão pegar só em algumas das suas palavras (e certamente não as melhores...) para fazer mais uma "intrigalhada" política, é claro que não está para aturar as falhas de "contexto" dos jornais e televisões. Se lhe dessem meia hora em directo na TV ou uma página inteira de jornal dia sim, dia sim, aí é que nós íamos ver o que ele tem de texto para nos dizer!
E etc., etc., etc... Neste contexto, não espanta que nos vá faltando a paciência.
Por JOAQUIM FIDALGO
Publicada por
Zé Leonel
à(s)
1/26/2005 01:48:00 da tarde
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
25/01/05
Publicada por
Zé Leonel
à(s)
1/25/2005 04:02:00 da tarde
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
Vaga de frio.
Andam agora as televisões preocupadas com o facto de o nosso país ter ou não planos de emergência para a possibilidade de haver uma vaga de frio. Que hipocrisia.
Há dias contava-me a Teresa, professora de inglês, que lecciona em Santa Catarina que os miúdos lhe perguntaram porque não trazia um aquecedor de casa para as aulas, porque outra professora já o tinha feito. Mas os petulantes senhores que nos querem viciar em preocupações procuram planos de emergência. Não há saco!
Publicada por
Zé Leonel
à(s)
1/25/2005 03:56:00 da tarde
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
24/01/05
O Óscar deixou-me.
Hoje estou sem palavras, todos os assuntos esbarram na dor estranha da perda do meu Óscar. Acordei de manhã com o telefone a tocar e estranhei que ele não me desse os bons-dias, nunca mais vai dar.
Publicada por
Zé Leonel
à(s)
1/24/2005 03:32:00 da tarde
3
comentários
Hiperligações para esta mensagem
22/01/05
Amar.
Mas porque é que amar não é só amar?
Publicada por
Zé Leonel
à(s)
1/22/2005 07:19:00 da tarde
4
comentários
Hiperligações para esta mensagem
20/01/05
Vivam as eleições.
A Democracia tem muitas coisas más, tem sim. É já um lugar comum dizê-lo. Mas a Democracia também tem coisas boas.
Aqui no meu sitiozinho as queixas sobre o urbanismo e os espaços verdes não são muitas: uma rotunda mal sinalizada ali, um esgoto mal tapado acolá, uma relvinha menos cuidada lá para cima, uma árvore que sucumbiu e outras coisas do género.
Por cá as pessoas perante qualquer destas coisas, protestam, fazem abaixo-assinados, mandam missivas para as autarquias mas a resposta é igual a nada, quase sempre. Até que chegam as eleições. Isto enche-se de máquinas, de jardineiros, homens a pintar o asfalto, é uma maravilha.
Já estamos a pensar fazer outro abaixo-assinado a exigir que haja eleições todos os anos.
Publicada por
Zé Leonel
à(s)
1/20/2005 10:37:00 da manhã
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
19/01/05
Há palavras chave.
Passavam os anos e ele não conseguia os seus intentos, não sabia se a amava, se aquilo era apenas paixão ou se era apenas desejo. Mas pensava nela a toda a hora. Contudo tinha medo de perder o seu convívio e nunca se atreveu a avançar. Bom, pavoneava-se um pouco, tinha alguns atrevimentos, emitia mensagens subliminares, mas não conseguia ser completamente explícito.
Um dia quando já todo este assunto estava mole para ele, estavam num jantar e após beber uns copitos disse: - Embora trocar orgasmos?
- Então não, vale mais tarde do que nunca.
Publicada por
Zé Leonel
à(s)
1/19/2005 02:27:00 da tarde
1 comentários
Hiperligações para esta mensagem
Onde é que estão?
Depois da guerra do Iraque, das palhaçadas de um governo como nunca se viu, da pobreza que espreita, de um tsunami assassino e de outros tantos horrores, era de esperar algo de melhor para os tempos que se aproximam. Como se diz depois da tempestade deveria vir a bonança, mas não vem. Para nós, portugueses, não virá.
Aquilo que ouvimos desde que o governo da nossa terra foi, finalmente, destituído não nos deixa qualquer esperança de melhoria. Portugal parece não ter gente com capacidade de o governar, gente com vontade de mudar o rumo de um país pedinte, fracassado, inculto e sem expressão intelectual.
Mas afinal o que é que falta às pessoas que hoje nos machucam a inteligência para que possamos acreditar neles? – Falta ética, responsabilidade, integridade, respeito pelos cidadãos, disciplina e trabalho. Só e apenas isso!
Já não há pessoas assim?
Publicada por
Zé Leonel
à(s)
1/19/2005 10:35:00 da manhã
1 comentários
Hiperligações para esta mensagem
17/01/05
O quê?
Tira daí do sol os óculos de sol senão ainda se estragam.
Publicada por
Zé Leonel
à(s)
1/17/2005 08:23:00 da tarde
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
16/01/05
A Tormenta e o Fascínio.
Há coisas que me fascinam outras que me atormentam. É assim com toda a gente, penso eu.
Agora é o raio do PC que me atormenta vamos ver se estabiliza para, pelo menos, alimentar este blog.
Na sexta fui jantar à minha Cova Funda e estava em estado de fascínio, tal que levei o casal da mesa ao lado comigo. Não os conhecia de lado nenhum, trouxe-os a casa alimentei-os de líquidos e transportei-os até ao Jamaica. Sempre no mesmo estado de fascínio. Dancei, bebi, cantei, troquei mimos, ofereci flores e depois fui levá-los a casa. Foi bonito.
Às 5 da manhã estava na pior das tormentas, mas nunca disse que a vida é uma merda, porque tenho a certeza absoluta que vou afogar a tormenta em fascínios vários.
Ai...
Publicada por
Zé Leonel
à(s)
1/16/2005 07:23:00 da tarde
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
13/01/05
Publicada por
Zé Leonel
à(s)
1/13/2005 02:02:00 da tarde
1 comentários
Hiperligações para esta mensagem
10/01/05
Convite
A sério, agora morri
Devagarinho…
Sem estacionar, morri!
Vem cá! Onde estás?
Tu, não és tu a deusa do sexo
A outra da verdade
Do a sério, vem cá!
Quero-te.
Sem falar, sem medos
Sem seriedades, sem nada.
Com tudo. Anda cá!
A morte é um número
Sem história, sem memória.
Sem nada.
Anda!
Publicada por
Zé Leonel
à(s)
1/10/2005 09:32:00 da tarde
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
Só mais uma vez.
Ligar a televisão e durante 15 dias assistir a ¾ da informação dedicados a imagens do tsunami, alguns com música de fundo, reduz o mal-estar inicial de tamanha catástrofe. Será que é isso que a TV quer fazer?
Ontem fomos à praia de Santa Cruz, os miúdos ficaram largos minutos a contemplar o mar e as ondas e depois de alguma reflexão disseram: -É tão bonito!
Publicada por
Zé Leonel
à(s)
1/10/2005 03:02:00 da tarde
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
09/01/05
15 Dias
No dia que aquilo galgou a terra eu ia a caminho da serra de Espinhaço do Cão. Lá a televisão era a lareira, também dava sempre o mesmo mas ardia com o cheiro que quiséssemos e até onde a lenha conseguida no dia permitisse. Cheguei e haviam dois casos, o tsunami e o meu pc que avariou.
Não fui capaz de arranjar o computador!
Publicada por
Zé Leonel
à(s)
1/09/2005 10:27:00 da tarde
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
22/12/04
Giro.
Ele não estava sózinho, havia 2 pessoas presentes, disse que ia experimentar e pronto. Experimentou. Nada. E se nada, dá a elas. E elas nada. Ah!
Está bem!
Não pode ser: -Aranja aí outro recurso.
E o tipo utilizou o recurso e ficou. De olhos esbulhados.
Esbugalhados por um tempo que ele achou segundos e as outras pessoas (2) acharam minutos. Depois houve um ligeiro bloqueio geral.
Depois...
Depois ele disse que a sua parte direita era uma hera e que crescia em forma de polvo pela casa fora. Mas só a parte direita que a esquerda estava estática. A ver. Tudo. Depois demorou algum tempo a recuperar. E...
Foi giro.
Publicada por
Zé Leonel
à(s)
12/22/2004 10:16:00 da tarde
1 comentários
Hiperligações para esta mensagem
21/12/04

O Sporting deixa-me ficar muitas vezes contente e nem sempre é porque ganha, ou contracta, ou joga maravilhosamente bem. A permissão dada pelo clube à utilização do avançado Elpídio Silva (emprestado pelo SCP ao VG) no jogo de ontem deixou-me contente, e o rapaz até marcou 2 golos à sua equipa.
Publicada por
Zé Leonel
à(s)
12/21/2004 09:17:00 da manhã
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
20/12/04
E qual era o político que não queria ser agora?
Eu era Presidente da República.
Publicada por
Zé Leonel
à(s)
12/20/2004 10:32:00 da tarde
1 comentários
Hiperligações para esta mensagem
Mais uma facada nas costas do homem.
Bruxelas chumbou o plano de salvar o défice de Bagão Félix.
(Bolas é tudo contra, caramba!)
Publicada por
Zé Leonel
à(s)
12/20/2004 05:50:00 da tarde
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
Eu também.
A meta, como plano quinquenal, não é humano.
A libelinha voa, eu também.
Não há matemática nos sentires.
O mocho observa, eu também.
Ninguém sabe o tempo que vai querer estar com.
O pai natal é apolítico, eu também.
Não é legítimo saber hoje o que se quer amanhã.
O hipopótamo toma banho, eu também.
Nunca se recusa tanto só porque se ambicionou pouco.
O caracol tem corninhos, eu também.
Quanto mais se sente os outros menos nos sentimos a nós.
A borboleta é colorida, eu também.
Publicada por
Zé Leonel
à(s)
12/20/2004 05:00:00 da tarde
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: Poesias
Não acredito!
Eu vi há pouco num jornal uma espécie de inquérito a 50 personalidades procurando saber em quem iam votar. O jornal é um tablóide e por isso não me fez confusão a quantidade de pessoas que afirmaram votar em Santana Lopes porque era amigo, se ele fosse do PS eu votava no PS diziam. Já uma enorme confusão fez-me as pessoas que responderam que não votavam porque não acreditavam em ninguém e aquelas que diziam que sabiam em quem votavam mas que não diziam para não serem prejudicadas.
As que diziam que não acreditavam em ninguém, iam mais longe e fundamentavam dizendo que o país bateu no fundo e que não descortinavam quem o podesse levantar. Um dos que disse não dizer em quem votava dizia que ao longo dos anos tinha assistido à perseguição que tinha sido movida aos seus pais por serem conhecidas as suas (deles) inclinações políticas.
Isto é tremendo, então e o 25 de Abril foi para quê? Então as pessoas já aceitam que as coisas sejam assim?
Publicada por
Zé Leonel
à(s)
12/20/2004 02:14:00 da tarde
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
17/12/04
Excesso de zelo?
Pedro Santana Lopes esteve anteontem à noite no BBC – um bar em Belém, Lisboa – para comemorar o terceiro aniversário da vitória nas eleições autárquicas de 16 de Dezembro de 2001 e agradecer pessoalmente a toda a equipa que o ajudou a conquistar a Câmara de Lisboa.
O primeiro-ministro demissionário abandonou o estabelecimento pouco depois das duas da manhã rodeado de um forte dispositivo de segurança. O Correio da Manhã, presente no local, tentou fotografar Santana Lopes e obter algumas declarações. No entanto, a tarefa aparentemente simples complicou-se depois dos seguranças adoptarem uma postura ofensiva. Os guarda-costas formaram uma barreira e bloquearam qualquer tentativa de passagem com um veículo, enquanto um outro segurança, com uma ‘amistosa’ palmada e alguns protestos, impediu na prática o fotógrafo de fazer o seu trabalho.
Ao tentar sair do local, logo após Santana Lopes, o CM teve de aguardar alguns momentos, porque os seguranças bloquearam, por via das dúvidas, a passagem do veículo. Tudo para salvaguardar a perfeita tranquilidade do primeiro-ministro e presidente do PSD.
(CM)
Publicada por
Zé Leonel
à(s)
12/17/2004 01:36:00 da tarde
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
16/12/04
Publicada por
Zé Leonel
à(s)
12/16/2004 06:17:00 da tarde
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem
Ora aqui está.
"Poetas, artistas, pensadores, cientistas e todos aqueles que vivem numa espécie de independência, pelo menos dentro das suas cabeças, são pessoas com quem é muito difícil viver, são pessoas excêntricas para se viver com elas. Dão liberdade ao outro, mas essa liberdade é mais parecida com indiferença do que com liberdade..."
Osho Dixit
Publicada por
Zé Leonel
à(s)
12/16/2004 02:48:00 da tarde
0
comentários
Hiperligações para esta mensagem






Clica aqui para jogar