24/03/06

Vitória vs Vitória

Foi, como dizem, um jogo em tudo semelhante ao da outra meia-final. A grande diferença foi mesmo o árbitro.

PS- E por falar em árbitros não haveria outro disponível para apitar o Sporting-Penafiel, que não o Rui Costa que tem um diferendo com os leões? Valha-nos Deus!

23/03/06

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Um velho árabe muçulmano iraquiano, a viver há mais de 40 anos nos EUA, quer plantar batatas no seu jardim, mas cavar a terra já é um trabalho demasiado pesado para ele.O seu filho único, Ahmed, está a estudar em França, e o velhote envia-lhe a seguinte mensagem: "Querido Ahmed, sinto-me mal porque este ano não vou poder plantar batatas no jardim. Já estou demasiado velho para cavar a terra. Se tu estivesses aqui, todos estes problemas desapareceriam. Sei que tu remexerias e prepararias toda a terra. Beijos do papá." Poucos dias depois, recebe a seguinte mensagem: "Querido pai, por favor, não toques na terra desse jardim. Escondi aí umas coisas. Beijos, Ahmed." Na madrugada seguinte, aparecem no local a Polícia, agentes do FBI e da CIA, os S.W.A.T., os Rangers, os Marines, os Steven Seagal's, os Silvester Stallone's e alguns mais da elite norte-americana, bem como representantes do Pentágono, da Secretaria de Estado, etc. Removem toda a terra do jardim à procura de bombas, ou material para as construir.Porém, não encontram nada e vão-se embora, não sem antes interrogarem o velhote, que não fazia a mínima ideia do que eles procuravam. Nesse mesmo dia, o velhote recebe outra mensagem: "Querido pai, certamente a terra já está pronta para plantar as batatas. Foi o melhor que pude fazer dadas as circunstâncias. Beijos, Ahmed."
(De um mail da Abelha Maia)

Que não seja por isso...

O exemplo prometido.

O Luis Figueiredo é um amigo de longa data, encontrámo-nos na escola (Ciclo Preparatório), num emprego e mais tarde nas músicas. O Luis era casado em 1999 e tinha uma vida, à primeira vista, descansada com a sua mulher Rute e a sua filha Matilde de 12 anos. No verão de 99 o Luis comunicou-nos sem grandes explicações que se ia divorciar, ninguém percebeu as razões mas, ao que consta, foi por iniciativa da Rute. Ninguém esperava este divórcio e, ainda menos, que a Matilde quisesse ficar com o pai, mas foi isso que aconteceu.
Consumou-se o divórcio, o Luis fez alguns acertos na vida e lá foi caminhando com a sua menina, no que se tornou um exemplo para todos nós devido à forma brilhante como pai e filha se relacionavam.
Em 2001 por excesso de zelo, julgo, preocupado com o afastamento da mãe da Matilde em relação a esta e por querer o melhor para a filha o pai leva-a a uma consulta de psicologia. Uma pipa de massa depois e após várias sessões o Luis recebe um relatório psicológico onde está escrito que ele não se comporta como pai, sendo antes o melhor amigo, situação que cria uma falta de estrutura à criança faltando a esta o pilar familiar. Sobre a Rute que não contactava a Matilde havia quase um ano, nada. O Luis ficou desfeito, a filha era excelente na escola, tinha um comportamento exemplar, andava sempre alegre, o único senão que demonstrava eram as saudades da mãe. Pagou mais uma consulta e foi queixar-se à Psicóloga que tinha seguido a filha (Drª. Sara Gomes) que o aconselhou a fazer umas sessões de aconselhamento psicológico que de pronto o Luis marcou. Muito embora fosse na mesma clínica as consultas foram feitas por outro psicólogo que logo na primeira visita lhe incutiu a ideia que ele estava a fazer o que podia, que cada um é o pai que é capaz e que se a menina não se queixava era porque estava tudo bem. Duzentos euros depois o Luis estava a marcar consulta para psiquiatria.
O relacionamento entre o Luis e a Matilde nunca mais foi o mesmo, ele queria tentar ser mais pai e ela, obviamente, não percebia o que se tinha passado para ele ter alterado a sua forma de estar com ela. Mais tarde a Rute voltou a querer ver a filha e hoje esta ora está com um ora está com outro, mas há muito que já não é a mesma menina e o seu quotidiano é uma interrogação para todos sendo que a sua falta de aproveitamento escolar é o mal mais notado.

Em Fevereiro o Luis esteve cá e trouxe o relatório psicológico, as antigas notas de excelência da Matilde e as notas fracas e participações escolares de hoje. Pensava ele que eu, por ter filhas e passado por uma situação semelhante o podia ajudar, mas como posso fazer para restituir a estas duas pessoas que adoro os últimos três/quatro anos?
Limitei-me a dizer que hoje a Psicologia não tem pacientes tem clientes e que a preocupação principal é marcar a próxima consulta. Que temos de ser nós a perceber se precisamos do médico de família, do psicólogo, do psiquiatra ou do conselheiro filosófico e nunca deixar nas mãos dos que recebem dinheiro por nos consultar qual é a consulta que necessitamos. Mas já é tarde, pois.

Queriam um exemplo. Cá está!!!

O F.C.P. já lá está.

Ontem vi o jogo da Taça de Portugal na televisão. Foi emocionante como poucos e, esqueçando aquele petardo e outros arremessos junto à baliza de Ricardo, foi bonito ver simpatizantes dos dois clubes juntos nas bancadas, coisa pouco vulgar no futebol.
Foi um jogo de taça que qualquer clube poderia ganhar e nenhum deles precisaria da actuação daquele trio de arbitragem. Os senhores, desta vez de amarelo, não viram a mão de Pepe à meia hora; não viram o fora de jogo de McCarthy que, por acaso, Ricardo defendeu; viram dois foras de jogo a Liedson e a Deivid que não existiram; marcaram um livre por mão de Bosingwa e não lhe mostraram o amarelo, que seria o segundo; e por fim viram entre aquele molho de jogadores que o prevaricador foi o jogador do Sporting que tinha um cartão amarelo e que assim foi tomar banho mais cedo e abriu o corredor para o empate do F.C. do Porto. Isto só reportando o que o Sr. Guilherme Aguiar, conhecido portista, viu.
Eu até nem me importo muito com o esforço dos jogadores, eles ganham para isso, mas nós os que assistimos aos jogos, não mereciamos respeito? E se um qualquer de nós cometesse erros destes na nossa vida?

PS- Estou agora a ouvir/ver a Sic Notícias e as opiniões de todos os quadrantes, portistas incluidos, são unânimes em considerar que o árbitro defraudou o espectáculo, condicionou o resultado e prejudicou um clube roubando-lhe a possibilidade de seguir em frente na competição. Isto não seria suficiente para ser reposta a verdade?

Há nomes que comandam a vida:

20/03/06

Ciência viva.

Ontem pegou-se na criançada e fomos gastar a tarde no pavilhão do conhecimento. As várias exposições são muito interessantes, mas como é vulgar na nossa terra, muitas já estão demasiado estragadas e necessitadas de manutenção. Assim, grande parte dos exemplos que podiam e deveriam ser bons, acabam por em vez de ensinar criar grandes confusões. Um dos casos foi o de um menino que para medir a velocidade do seu arremesso, atira uma bola de plástico furada contra o plasma e o computador atribui-lhe uma velocidade de 204,16 Km/h. É também aborrecido, para os que revisitam o pavilhão constatar que os novos motivos de interesse, que por acaso vão publicitando na TV, não estão em funcionamento e não existe qualquer informação prévia à entrada. Recordo que as visitas são pagas.

17/03/06

Pobres crianças.

Há dois graves problemas na sociedade actual que estão na ordem do dia. Bom há milhares deles, mas estes dois parecem interligar-se. Por um lado toma-se conhecimento de uma cada vez maior violência sobre crianças, por outro aumenta a criminalidade infantil.
Ligamos a televisão e desfilam sociólogos, psicólogos, assistentes sociais e um sem número de pessoas a dar palpites sobre o assunto. Curiosamente a coisa só piora, o que leva a questionar se todos estes teóricos saberão do que estão a falar. Contudo, há algo que todos parecem estar de acordo: a culpa pertence aos pais, ou porque se divorciam, ou porque se ausentam, ou porque punem, ou porque permitem. Eu tenho para mim que se tivessemos de culpar seria quem vende a sociologia, a psicologia e todos os esforços feitos até agora (não sei se posso chamar esforços) para ajudar quem coloca filhos no mundo. Esta cegueira irrita-me, até porque esses/as bem falantes têm quase sempre nos seus lares exemplos que desmentem o que dizem. É que não foram os pais que inventaram as casa pia, oficinas de são josé, leis do aborto e afins. Ainda hoje assisto ao tormento de pais que tentam conseguir transmitir aos filhos, sem explicar, que fumar um charro não é bem a mesma coisa do que espetar uma agulha na veia. Enfim... a solução acabará por ser não pôr filhos no mundo, certamente.

16/03/06

Ninguém pára o Benfica.

E depois quando nada o faz prever o clube volta ao seu normal, e é assim há mais de uma década. O problema do SLB, continuo a dizê-lo, é que tem uma massa simpatizante anómala para a realidade do país, o que faz com que cada vitória seja mais valiosa do que realmente é, cada erro da arbitragem contra o clube seja um crime premeditado, cada feito seja superior a outro igual conseguido por outro clube.
Repare-se na passagem do SLB à próxima eliminatória da liga dos campeões e como esta foi transformada num feito nunca visto, classificando-se o Benfica como o grande clube europeu, etc. e tal. Ora isso só foi um grande feito para o SLB porque, na verdade, nos últimos anos isso é comum para os clubes portugueses, tendo mesmo chegado a finais e conseguido vencer algumas provas.
Contudo é natural que isto aconteça se em cada 5 portugueses 3 forem benfiquistas, e até poderia ter eco no clube se este fosse constituído por activos conhecedores da realidade portuguesa como eram Toni, Humberto Coelho, Rui Costa, Bento, Chalana, Jaime Graça, Coluna, Cavém, e tantos outros. Mas já viram a confusão que isto deve fazer na cabeça dos Robert, Anderson, Luisão, Moretto, Karyaka, Karagounis, Giovanni e até do Koeman?

Credo...

Estive realmente muito tempo fora daqui, foram os aniversários (eu, a mana e o mano), foi o Carnaval, foram as ressacas. Foi, também, a preguiça. Mas já cá estou de volta.

21/02/06

As aulas...

Ontem, de tudo o que vi na TV sobre as aulas de substituição, o que me pareceu mais representativo foi a forma como todos os alunos classificavam as ditas aulas: -Estamos 90 minutos a olhar para o professor e ele a olhar para nós! - diziam os meninos.
Já tinha ouvido classificações semelhantes em relação a: área projecto, estudo acompanhado e clubes. Será que os professores quererão acabar com estas também?
E, também, há disciplinas em que não varia muito do que os meninos disseram das aulas de substituição, o que se faz? Acaba-se com elas? É isso que se espera do Ministério?
A mim palpita-me que de tantas exigências ainda vão obrigar o Ministério a substituir sim, mas professores.

20/02/06

Não durmo.

Nada me tira a insónia, nem o vinho
nem o assédio louco do teu corpo,
nem a minha vontade de dormir, muito.

Eu estou acordado, mesmo quando durmo.

17/02/06

O amigo fornicável.

Estávamos a conversar sobre os amigos, os nossos amigos e como os distinguimos. A esse propósito diz-me ela: -Tu por exemplo és o meu amigo fornicável.
-Amigo fornicável? respondo eu. Mas o que é um amigo fornicável?
-Bom, nós olhamos para todos os nossos amigos de uma determinada maneira. Há uns que nunca nos passa pela cabeça ter sexo com eles porque não nos excitam de forma nenhuma. Há outros que até nos excitam mas temos a convicção que se os levássemos para a cama, os perdíamos como amigos. E há outros que nos excitam e que estamos certos que se nos envolvessemos sexualmente com eles, fosse qual fosse o resultado na cama, eles nunca deixariam de ser nossos amigos. Esses são os amigos fornicáveis. Esclarecido?
-Sim, disse eu enquanto me questionava se, para mim, ela era uma amiga fornicável.

16/02/06

Não me lixem!!!

Já estou um bocado farto de falar disto, é verdade. Acho até que se não tivessem sido as pseudo-ameaças, os mails desafiadores, a luta pela liberdade de poder expressar o meu pensamento, eu já tinha convidado o pessoal todo para uma jantarada e tinhamos bebido bem e discutido por exemplo: A função do Paulo Borges no centenário do nascimento de Agostinho da Silva.

Mas, se calhar, acabaria por estragar tudo. Haveria de arranjar um espaço para dizer que os radicalismos apreciam as guerras; que, embora com diferentes culturas, extrema-direita e radicalismo islâmico, são similares; e, até, numa fase mais bebido, perguntar porque não apalpavam as maminhas à mãe quando se despediam.

Não me lixem!!!

Finalmente, ela vai expôr:



QUE NINGUÉM FALTE!!!

13/02/06

A voltinha saloia

O tempo mudou, e a primavera chegou mais cedo. Ainda não vieram os pintassilgos mas a pardalada já se bandeia em grande algazarra. Ontem fui fazer aquilo que há muito deixei de praticar - a voltinha saloia. Com roupa a mais para a temperatura lá fui até a Arruda dos Vinhos com a ideia de me ir banquetear no restaurante "O Fuso" onde cheguei por volta das 14:30 horas. A porta do restaurante e as imediações dela estavam repletas de pessoas, às 14:45 tinha 38 reservas de mesa à minha frente o que me fez duvidar das crises todas e desistir. Almoçei passava das 15 horas no restaurante "Barrete Saloio" em Bucelas. É incrível como no meio de tanta contestação ao actual nível de vida dos portugueses, se vê tanto povo a encher os restaurantes caros e a gastar combustível.

09/02/06

Quem se mete com os Super dragões....



A expressão da liberdade

"Jyllands-Posten" é um jornal que se define como independente de direita, mas que tem posições próximas da extrema-direita dinamarquesa. Foram eles que publicarem as polémicas caricaturas de Maomé.
Christoffer Zieler foi o autor dos cartoons. Em 2003 este Sr. fez cinco desenhos de Jesus Cristo que foram rejeitados pelo jornal descrito acima, porque seriam considerados ofensivos pelos leitores.

Sem comentários.

08/02/06

Bom proveito.

Digo eu e como eu dizem muitas outras pessoas que o problema não é cozinhar, é saber o que cozinhar. Para ajudar um bocadito aqui temos um blog cheio de dicas, chama-se Pataniscas de bacalhau. Então, bom proveito.

07/02/06

Porquê agora?

Ao abrigo da liberdade de imprensa os frios dinamarqueses voltaram a espetar nos jornais uns cartoons que ferem a fé muçulmana. Por todo o lado se escreve que o ocidente não pode limitar a sua liberdade de expressão por causa dos outros e bla, bla, bla...
Ao abrigo da liberdade de expressão sucedem-se manifestações violentas de repúdio no Irão, no Iraque, na Índia, no Afeganistão, na Turquia, no Líbano, na Indonésia e por aí fora.
Estranhamente, ou talvez não, tudo acontece quando nas eleições palestinianas não venceu quem o ocidente desejava e no Irão se aposta nos recursos nucleares que aos olhos dos de cá não são a mesma coisa que os recursos idênticos de Israel.
Afinal o que é que estamos à espera?

03/02/06

Afinal...

...aquele gesto do Nuno Gomes a mimar a seringa na veia aquando do jogo do SLB com o Sporting de Braga não era dirigido aos bracarenses mas ao seu colega Nuno Assis. Assim está bem, o seu a seu dono.
Como é óbvio o Veiga vai explicar tudo daqui a pouco.