Querido filho,
estás a cometer no Iraque o mesmo erro que eu cometi com a tua mãe:
não retirei a tempo...
Um levar e trazer de sonhos, de mundo, de vómitos, de gritos, de humor, de criação, de cognição...Quem tem boca vem a este vaivém especial.
Querido filho,
estás a cometer no Iraque o mesmo erro que eu cometi com a tua mãe:
não retirei a tempo...
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Zé Leonel
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4/08/2008 04:42:00 da tarde
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iznogoud disse...
Desculpa o comentário a despropósito.
Quanto ao "post" acho que há razões suficientes para alarmismo. Antigamente andavamos com X-actos mas não havia a mentalidade que existe agora.
mas qual é o mal de isso vir nas notícias? assim sabemos todos o que se passa, ou não é?
Primeiro queria agradecer-vos pela colaboração, os e-mails não diminuiram nada, mas a discussão aqui é sempre mais aberta e pode-se sempre ler diferentes visões sobre o mesmo assunto.
Já o disse e confirmo que estou absolutamente de acordo com o Pan de Cea, as palavras são de uma força incomensurável e é preciso saber distinguir quando são verdadeiras de quando são intencionalmente dúbias. Podíamos lançar uma discussão sobre, por exemplo, o efeito de quando sobre as drogas diziam que erva, liamba, cocaína, heroína, comprimidos e por aí fora eram tudo igual; ou podíamos discutir sobre a forma como a escrita é condescendente com o álcool; ou como se escreve que o frango está doente porque se quer vender carne de porco ou vice-versa. Podíamos discutir de muitas maneiras e com temas diversos o efeito da palavra, mas por ora vamos falar sobre o que emana do post de onde retirei os comentários acima referidos.
Iznogoud: não há qualquer razão para alarmismos, há dez anos era igual ao que é hoje, há 20 anos era pior e há 30 nem te digo. A escola continua a ser o local mais seguro que este país, o 9º em termos de segurança, tem.
Júlio: fiquei muito contente por teres cá vindo como prometeste e afinal nem deste mais que um erro ou dois nos vários comentários. É verdade que a informação é bem, mas tem que ser séria, informativa e formativa. Quando se afasta da verdade absoluta temos de duvidar dos seus intentos.
Iznogoud e Júlio: o problema é que se todo o mundo ficar convencido que o alarme é razoável instala-se o medo e seguidamente qualquer ditador que te garanta a segurança é legítimo e parece-te aceitável. E não, não estou a exagerar, já conheço é a táctica.
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4/07/2008 04:05:00 da tarde
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O Spencer tem 25 anos e a Barbara 84, vejam até ao fim.
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4/07/2008 01:50:00 da tarde
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Etiquetas: Videos e som
Há dez anos a esta parte descobri, no meu entender, um local óptimo para apalpar o sentir do senso comum sobre o que se passa no dia a dia. Trata-se de um dos parques de campismo da Costa da Caparica, podia ser um qualquer, onde a minha mãe mantém um alvéolo e para onde às vezes vamos, quando o tempo atmosférico convida e a cabeça tem paciência. A praia é logo ao lado e as pessoas, por detrás do titulo de companheiro, permitem-se falar de tudo com todos, mesmo sem que os conheçam de lado nenhum.
-Companheiro, a praia está boa? O que é que o companheiro acha desta coisa dos professores? Então companheiro que me diz deste Benfica, acha que vai ficar em segundo? Etc...
Neste fim de semana falava-se do Benfica (fala-se sempre), dos telemóveis nas escolas, nos mais de 42% do PS nas sondagens e no programa POLIS para a Costa. Houve uma coisa que retive e que me surpreendeu, no meio daqueles companheiros todos: pais, mães, filhos, avós, netos e restantes familiares toda a gente tinha estórias para contar sobre o uso dos telemóveis nas escolas. Todos tinham alguém que era, ou eram eles próprios alunos de professores que nas aulas de substituição permitiam o uso do telefone portátil. Garantiram-me que alguns professores até incentivavam os alunos a usá-los, enquanto eles, os profs, corrigiam os testes das suas verdadeiras turmas. Houve quem contasse que tinha professores que permitiam o uso de leitores de mp3, que podiam ser telefones, para ouvirem musica enquanto faziam os testes. Achei tudo aquilo muito estranho e mostrei a minha desconfiança, contudo houve professores que eles próprios confirmaram ser verdade o que se dizia ali.
Está tudo explicado, ou ainda falta muito?
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4/06/2008 08:49:00 da tarde
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Gosto da forma como se tratam as coisas cá na terra. Durante anos a fio parece que nada acontece sobre determinados assuntos e, de repente, à boleia de um sarilho qualquer parece que está tudo a acontecer. Dizem hoje que em cada 10 dias são apreendidas 7 armas nas escolas. Atiram o título assim mesmo, sem perder muito tempo nas características das ditas armas. Mais à frente dizem que a maioria são armas brancas com preponderância para uns pequenos canivetes que para os portadores nunca serão considerados como armas, e é isto que é importante: o que os miúdos pensam que trazem com eles.
E, ou as pessoas têm a noção do que o alarmismo e a histeria provocam nos adolescentes e informam com correcção, ou então continuam a vender notícias irresponsavelmente transformando-se nos verdadeiros culpados do resultado das suas afirmações. É que a maioria das armas que abrem hoje as notícias são completamente inocentes em relação aos x-actos, por exemplo.
Uma coisa é certa o pessoal que frequentou a escola na mesma altura que eu, não vai poder dizer que nesse tempo não era assim. Nesse tempo, 1974/75, no Instituto Industrial de Lisboa (hoje ISEL) as armas eram à descrição e não eram canivetes.
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4/04/2008 09:30:00 da manhã
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Com 16 pontinhos de avanço na presente temporada, ao F.C. do Porto dava todo o jeito do mundo ser penalizado com a perda de 6 pontos, agora. Para o caso seria igual que mais tarde se comprovasse que o castigo é justo ou que se provasse o contrário.
Se o clube praticou o ilicito a pena ficava paga e ninguém poderia ficar impune daqui para a frente, contudo o campeonato estava ganho na mesma ou seja o prejuízo era igual a zero. Se tudo não passou de excesso de zelo judiciário, ninguém calaria o dragão vítima e tínhamos mais 20 anos de reinado azul e branco, cheio de cruzadas contra os sulistas com o vigor do costume e, desta vez, justificado.
Curioso mesmo é como ninguém se chateou nada, até agora, com a nota de culpa do FCP, dando mesmo a sensação que a única surpresa é mesmo a do Boavista. Coisas do papa.
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4/03/2008 12:05:00 da manhã
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Etiquetas: Futebol
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4/02/2008 09:12:00 da tarde
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Etiquetas: Fotos
Eram para aí umas 4 da manhã quando acendi a televisão e dei com uma repetição, julgo eu, do Boa noite Alvim na SIC Radical. Os convidados, desta vez, eram a Rita Redshoes e o David Anão ou o anão David. Com insónias devido à ausência do tabaquinho (e já lá vão 20 dias!) assisti ao programa e, enquanto visualizava o dito, ia "sebentando" o post que ia escrever sobre aquilo. Foi quando já estava no computador, para passar da intenção à prática, que fui parar, nem sei como, a uns blogues que se alimentam exclusivamente de cascar no próximo como este que bate em tudo o que é gente ou este outro destinado, principalmente, ao Nuno Markl.
Assim, desisti por ora, de postar sobre o programa do Fernando Alvim. Todos os blogues são aceitáveis e têm o direito de existir à luz do que é aceitável hoje, hoje. A liberdade de expressão seria uma conquista se não fosse confundida com liberdade sem expressão, porque esta não necessita de ser conquistada, é por todos aceite e isolada com os muros do manicómio ou desprezada e esmolada na via pública.
E pronto, lá se safou o Fernandito de levar nas orelhas.
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4/02/2008 10:03:00 da manhã
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Agradecimentos a Leonel Santos.
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4/01/2008 02:42:00 da tarde
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Etiquetas: Videos e som
Um britânico afirma que está a ver tudo azul após ter tomado uma dose muito grande de Viagra. John Pettigrew, de 58 anos, de Brighton (Inglaterra), diz que a sua vida parece um «filme azul» após os comprimidos para melhorar o seu desempenho sexual terem danificado a sua visão.
Segundo o jornal The Sun, Pettigrew admitiu que não seguiu as recomendações que constavam na embalagem do medicamento e que, embora se tenha divertido muito depois do ingeri-lo, abriria mão de todas as relações sexuais do mundo para poder voltar a ver uma caixa de correio vermelha novamente.
Divorciado, o britânico afirmou que adquiriu o Viagra pela Internet quando percebeu que não tinha o mesmo desempenho sexual após um ano de abstinência.
Ao princípio, Pettigrew não percebeu nenhum efeito secundário, no entanto, há mais de 15 dias que vê tudo azul. Agora, tem feito exames para descobrir se os danos são permanentes.
A fabricante do Viagra, a Pfizer, disse ao jornal The Sun que alerta que alguns homens podem começar a ver com um tom azulado após a ingestão excessiva do medicamento. (Notícia do Portugal Diário.)
Está explicada a visão de Pinto da Costa, eu bem me parecia....
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4/01/2008 12:14:00 da tarde
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3/31/2008 09:10:00 da tarde
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E já lá vão 43 anos, como será agora?
-Sempre mais giro que no disco, concerteza.
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3/31/2008 07:41:00 da tarde
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Etiquetas: Videos e som
Pintassilgos, melros, cartaxos, pardais, verdelhões e eu mais os putos. Obrigado passarada foi uma boa páscoa.
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3/31/2008 03:13:00 da tarde
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Etiquetas: Fotos
Nos meus tempos de adolescente a droga era algo divinal, à qual os portugueses nunca teriam acesso, e que era responsável pela criação de génios. Jim Morrisson, Jimmy Hendrix, Janis Joplin, Carlos Santana e muitos que eu, inclusive, nunca tinha ouvido em disco ou na rádio, eram presença constante na Rock & Folk pelos mesmos motivos. Eu ia do Bairro da Encarnação a Campo de Ourique adquirir a revista e traduzia-a como era capaz, sonhando um dia qualquer acordar e ser como o Neil Young ou um dos outros.
Naquela altura se havia droga em Portugal ela estava longe do conhecimento publico, não havendo qualquer informação sobre o assunto. Lembro-me que a primeira referência que vi sobre droga foram umas bandeiras de madeira na Av. da Liberdade que diziam: Droga, Loucura, Morte e mostravam uma caveira com os ossos em "X". Pensava que aquilo tinha a ver com os insecticidas e venenos do género.
Hoje, quando informação é o que não falta que influencia nos jovenzinhos terá esta moça a Amy Winehouse?
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3/31/2008 02:02:00 da tarde
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Etiquetas: Videos e som
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3/28/2008 08:31:00 da manhã
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Etiquetas: Disparate do dia
Com a data do parto prevista para Julho, Thomas Beatie diz estar à espera de uma menina. O feito é possível pois Thomas era uma mulher, antes de mudar de sexo.
(Notícia do semanário Sol)
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3/27/2008 04:55:00 da tarde
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Ainda as trapalhadas da luta dos professores estavam quentinhas e já os jornais e restantes órgãos de comunicação, vinham à Internet buscar outro assunto relacionado que alimentaria as primeiras páginas durante mais uma semana. Isto quer dizer que os professores compram e fazem vender jornais e isso é muito bom. Já não acho tão simpático que roubassem, a todos nós, o descanso pascal das férias escolares. Demoraram tanto tempo a descobrir o vídeo no You Tube que, já agora, podiam aguardar mais uns diazitos para o divulgarem na generalidade dos média, uma vez que quem vem aos blogues já tinha visualizado a coisa 3/4 dias antes.
Não é de agora, nem me parece que mude: sempre que os professores começam alguma luta, ou entram em conflito com a entidade patronal, a comunicação social abre-lhes as portas de par em par transformando-se numa espécie de megafone ao serviço da classe docente, mas seguidamente vão, durante muito tempo, cobrar-lhes tudo isso e, como aconteceu em anos anteriores, o saldo é quase sempre negativo para os profs.
O vídeo tirado do You Tube e que abriu noticiários das televisões, devia ser suficientemente elucidativo e transportar aquela antiga máxima de que uma imagem vale mais do que mil palavras, mas não. Hoje ao cidadão não lhe é permitido pensar e tirar as suas conclusões sem aquela influência horrorosa e pouco séria, dos títulos e das palavras "gordas" que uns senhores inventam de uma forma bem mais desonesta que os antigos vendedores de banha da cobra. "Aluna que violentou professora, mostra-se arrependida", "Professora agredida, ainda não apresentou queixa", foram e ainda são os títulos do que se passou. É claro que eu sei, todos sabemos que amanhã poderão ser "Aluna a quem retiraram telemóvel de forma violenta, seguida por pedo-psiquiatras", " Professora assume que a falta de experiência a leva a causar momentos de tensão nas aulas", etc... Depois aparece de novo um Sr.Charrua, desta vez não a contar anedotas mas a dizer que telefonou à professora e que ela está inconsolável, aparecem uns senhores a culpar a Ministra da Educação, outros o Governo, outros acusam a professora de não se saber fazer respeitar e por aí fora.
No entanto, o que vimos, foram menos de 2 minutos (1'41") de jogo da corda, ou dos burros, como preferirem, em que uma professora puxa para um lado e uma aluna de 15 anos puxa para outro um telemóvel que, ao que parece, pertence à garota e lhe foi retirado. Foi isso que vimos e só isso. O que aconteceu antes e depois ninguém sabe, até porque a professora não o relatou em tempo útil, como era expectável. Não o relatando de imediato foi porque não achou o assunto assim tão importante o que faz achar que, sem You Tube, no 3º período iriam continuar estas actividades extra-curriculares. Disseram também os jornais, alguns professores e uns comentadores, que toda a turma deveria ser responsabilizada ou porque se riram ou porque não ajudaram a professora, qual é a lógica disto? Os putos deveriam fazer o quê? Quando os adultos desatam à porrada dentro de uma discoteca, por exemplo, toda a gente que lá está dentro age mal se não se for meter ao barulho?
O ruído causado por esta trapalhada é nefasto: para os alunos, para os professores e para a sociedade em geral. Os disparates lançados por algumas pessoas com responsabilidades é péssimo para a alteração das mentalidades. Não se podem arranjar culpados à força, não se pode utilizar a maior capacidade de argumentação para ser inocente assim como não se pode utilizar a presumível inocência juvenil para desculpar os seus actos. Não nos podemos esquecer que estes meninos, tantas vezes apelidados de terroristas, mal formados, agressivos, com consumos de drogas e álcool, etc... uns dias antes serviam para estar ao lado dos professores em lutas políticas e ninguém me convence que fosse por sua iniciativa. Não aceito que transformem os meninos da minha terra numa espécie de catástrofe natural.
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3/25/2008 07:11:00 da manhã
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A 1ª Carlsberg Cup ou Taça da Liga foi ontem ganha pelo Vitória Futebol Clube, num jogo insípido só resolvido nas grandes penalidades.
Quando eu era pequenino a família da minha mãe, presente, era do Benfica e a família do meu pai, ausente, era do Sporting. Para não aturar nenhuma delas eu dizia que era do Vitória de Setúbal e habituei-me a conhecer e a gostar do Conceição, Zé Maria, Carriço, Jacinto João, Mourinho, Jaime Graça, Victor Baptista e tantos outros.
Portanto fiquei contente com a entrega do troféu ao Vitória, muito embora não tivesse gostado que o Sporting fosse derrotado.
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3/23/2008 07:58:00 da manhã
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Etiquetas: Futebol
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3/21/2008 06:38:00 da tarde
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Agora ando numa de revisitação. Local: Verdelha do Ruivo, casa: Ti Alberto. Nunca ninguém sozinho peça uma dose de pato, por exemplo.
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3/21/2008 06:26:00 da tarde
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Este ano ainda não tinha ido à Cova Funda. Porque a maior está no aeroporto fomos lá almoçar no dia 19. Foi uma grande festa: o Tony, a Cristina, o Paulo, o ti João, a tia Alice, grande algazarra e grandes demonstrações de carinho . Estava eu a falar do hospital e a explicar como tudo correu melhor do que a encomenda, quando falei da minha novel abstenção ao tabaco. Disseram-me o Paulo e o Tony: -Xiii mano estás feito, o arquitecto e o Pinguinhas eram uns gajos saudáveis à brava, um destes dias decidiram parar de fumar e desde aí pega-lhes tudo. Próstata, pneumonia, tensão alta...é sempre a aviar. Não sei se fazes bem em parar de fumar após estes anos todos. Sempre te vi de cigarro na boca.
PORRA!!!
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3/21/2008 05:30:00 da tarde
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Passados 5 anos sobre a "emBushada" do Iraque é curioso tomar conhecimento das reacções, hoje, de alguns dos defensores da invasão. Aznar diz que voltaria a fazer o mesmo, Bush, pois claro, acha que foi a salvação do mundo e Blair e Durão Barroso tentam convencer-nos que se estivéssemos no lugar deles também tínhamos alinhado. É claro que eu acho que eles não pensam nada disso, sofrem é da paranóia que os políticos não se podem enganar. Curiosamente ninguém se engana tanto, como sabemos.
Sobre este assunto uma das manifestações mais comprometidas foi a de José Pacheco Pereira. Ora o senhor em vez de tentar explicar que convicções suas estiveram na base da aceitação da coisa, limita-se a procurar nomes de quem não se manifestou ruidosamente contra. Deixa-nos na dúvida, Pacheco Pereira concordou com aquilo ou curtiu, desta vez, o papel de "Maria vai com as outras"?
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3/21/2008 09:02:00 da manhã
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3/20/2008 12:37:00 da manhã
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A alínea a) do nº 2 do artº 5º dos estatutos permite-nos conceder a autorização solicitada, sem prévia consulta dos titulares do direitos, o que faremos, mediante o valor apresentado na nossa tabela mínima, se no prazo de 10 dias contados a partir desta data, V. Exª. nada nos disser em contrário.
Aguardando a sua resposta, subscrevemo-nos, com os nossos cumprimentos,
Sónia Godinho
Sociedade Portuguesa de Autores
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Tel.: (351) 21 359 44 71 / 00 - Fax: (351) 21 353 02 57
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3/19/2008 11:12:00 da manhã
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Então achei que era uma grande ideia escolher esta altura, pela minha irrequietude, para dar uma olhada em papeis e papelinhos e outras coisinhas que se foram acumulando anos a fio. A ideia era fazer uma triagem e mandar fora tudo aquilo que já não me interessasse para nada. Acontece que estou irrequieto, mas também estou completamente desconcentrado, o que é uma mistura explosiva.
Neste momento tenho papeis e caixinhas e pastas e o diabo por todo o lado e não consigo avançar. Eu sou a ilha. Para complicar começo a atacar esta tarefa e de 5 em 5 minutos lembro-me de outra coisa qualquer para fazer, e lá vou eu desarrumar para outro lado.
Preocupa-me este tipo de coisas, porque habitualmente quando tento qualquer coisa destas e começo a ficar desorientado a tendência é pegar em tudo indiscriminadamente e - lixo!
É por isso que quando preciso de uma foto minha ou da banda, ou de uma música, ou de um recorte de jornal...lá tenho eu que ir pedir a alguém.
Mas vou no 6º dia e estou-me a aguentar.
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3/19/2008 10:20:00 da manhã
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Zé Leonel,
Sendo completamente contra a política de avestruz, não posso, todavia, de deixar de ficar estupefacto perante a leviandade com que estes temas são passados para a opinião pública. Lembro-me de Léo Ferré numa entrevista ao Sete há já muitos anos: "As palavras são mais perigosas que as metralhadoras", particularmente quando usadas por quem não sabe o que diz ...