14/05/08
Sempre a dar ritmo à nossa alma.
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5/14/2008 06:29:00 da tarde
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Trabalhos...

A frieza que queima, tem andado comigo ultimamente. Mesmo achando tudo natural e fazendo parte da (minha) vida, acordo já atrasado para algo que foi marcado num dia qualquer, falta sempre aquele bocadinho de tempo para o almoço com tantos, para o abraço ao amigo sapateiro, o beijinho às meninas do salão, o convívio com a querida vizinhança. Porquê? - Não sei. De repente as horas do dia encolheram imenso e eu já quase nem tenho tempo para divagar, para atear fogaças, para abraçar e para distribuir carinhos.
Estou triste por isso, acho que sou eu quem mais falta sente e provavelmente ninguém repara. Peço daqui perdão a todos mas preciso construir e a construção rouba tempo e exige muito de mim. Um dia volto-vos a dar tudo de novo, em dobros prometo eu.
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5/14/2008 04:43:00 da tarde
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Aqui também já não se faz nada, que pena!
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5/14/2008 12:40:00 da tarde
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11/05/08
Jornal da Guarda
Entrevista com ZÉ LEONEL (Fundador dos Xutos & Pontapés)
Zé Leonel foi fundador dos Xutos & Pontapés, embora tenha pertencido pouco tempo à sua formação. Mais tarde fundou outras bandas, entre as quais os Ex-Votos que gravaram uma série de álbuns. Foi um dos pioneiros do Punk Rock português, ainda nos anos 70. Concedeu-nos esta entrevista.
P:Como foram os primeiros tempos do Punk em Portugal, uma vez que tu estiveste envolvido no movimento, nomeadamente com os Faíscas?
R: Pois, o Punk, para mim, não me trouxe nada de novo. “A Família, a Igreja, a Polícia e o Estado são um quadrado.” – Isto era o lema Punk, mas antes do Punk já era o meu. Nunca vivi com pai e mãe, não era baptizado pela Igreja e por isso excomungado por ela, estava sempre a comer porrada da Polícia e o Estado nunca me defendeu. Por isso para mim não só era fácil ser Punk como dava cartas nessa área. Nos Faíscas era apenas isso, uma espécie de megafone entre o público a realçar as palavras de ordem (a minha função nos Faíscas era ser o “animador cultural”).
P:O primeiro concerto dos Xutos & Pontapés aconteceu nos Alunos de Apolo, na comemoração dos 25 anos do Rock’n’Roll. Como foi esse concerto, hoje mítico, já que se estreou a tua banda e aconteceu o último concerto dos Faíscas?
R: Foi algo que aconteceu, em 13 de Janeiro de 1979, a uma velocidade superior ao que a mente consegue processar. Sei que tocámos temas como: “A Tua Namorada”, “Não Me Chames Herói (Chama-me Nº 1)”, “Sexo”, “O Freak e a Freak”, “Sacaninha”…mas pouco me lembro mais. Por outro lado não me esqueço que consegui ir a umas escadas próximas dar uma queca na Cristina e que um repórter se zangou comigo por eu, em cima do palco, ter dito que comia a namorada dele.
P:O que achas do “cliché” que afirma que Rui Veloso é o pai do Rock português?
R:Francamente, quem é que liga a isso? Ninguém… Nem o Rui tem a culpa disso. São estratégias de “marketing” que caíram em cima dele mas que poderiam calhar a outro qualquer.
O boca doce é bom é bom é, mas quem é o boca doce?
P:A vida de músico era difícil nos anos 70 do século XX. O “boom” do rock português fez com que muito mais gente se interessasse pelo fenómeno. Qual é a tua opinião sobre o “boom”?
R: A vida nos 70’s era complicada, sim, mas verdadeira. Lembro-me de ir com um micro, um cabo e um amplificador de guitarra, no metropolitano a caminho da Escola António Arroio, e era isso que ia ser o meu P.A.
Com o “boom” as condições alteraram-se muito, mas a balda também. Dantes éramos músicos sem máquinas, hoje há muitas máquinas sem músicos.
P:Os Xutos & Pontapés conseguiram, numa carreira com quase 30 anos, um sucesso que mais nenhuma banda nacional conseguiu. Sentes orgulho por ter sido um dos fundadores dos Xutos?
R:Sinto orgulho de ter fundado a “chispalhada” (Xutos & Pontapés), mas também sinto por ter estado na génese dos Heróis do Mar e dos Peste & Sida e de ter feito os Amor de Perdição e os Ex -Votos, para além de dar as duas mãozinhas aos miúdos que começam agora. O Rock, para mim, não é um negócio; é uma opção de vida – o amor!
P:Os Ex-Votos estão numa espécie de “licença sabática”. Estará para breve o teu regresso à música e aos discos, com os Ex-Votos ou com outra banda?
R:Estou a trabalhar, eu estou sempre a trabalhar. Podem reaparecer os Ex – Votos, pode nascer o meu projecto final: Zé Leonel + IVA ou pode avançar outra coisa qualquer. As coisas aparecem quando eu sinto que fazem falta. Enquanto isso junto pessoal no estúdio e vamos descarregando a adrenalina e o amor pelo barulho.
P:Como vês, hoje, o Rock em Portugal?
R:Portugal tem dos melhores músicos do mundo conhecido. Os melhores músicos do mundo não se vendem, acho que têm a paranóia da prostituição, por isso o nosso Rock tem de tudo: -grandes personagens que serão historiados daqui a umas décadas e muitos, imensos, pára-quedistas que ganharão muito dinheiro, mas de que ninguém se vai lembrar no futuro.
O Rock, esse, façam o que fizerem, já conquistou a imortalidade; em todo o mundo.
P:Haverá alguma história engraçada das tuas andanças de músico que queiras partilhar com os leitores do “Nova Guarda”?
R:23 de Setembro de 1995, Plaza Real em Barcelona. Os Ex – Votos partilhavam o palco com os Coldplay num concerto inserido no BAM’95. No meio da actuação apercebo-me que uma quantidade de miúdas, vestidas de modo parecido, se começam a deslocar para o local por onde eu tinha de sair do palco. Quando acabou a actuação começo a fugir na direcção do hotel, mas quando percebo que elas também vêm a correr virei por uns atalhos na tentativa de lhes trocar as voltas. Algum tempo depois, estava derreado sem saber onde estava nem onde ficava o hotel. Entretanto, como eu não aparecia, os restantes músicos da banda chamaram a polícia. Mais tarde explicaram-me que as “groupies” em Barcelona viviam aquilo como uma espécie de profissão em que a ideia era sacar um artista e estar com ele o maior número de tempo possível, só para partilharem a vida dele. Para português, como eu, era estranho. Foi engraçado, pelo menos para mim, porque nunca me senti tão confuso.
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5/11/2008 01:16:00 da tarde
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10/05/08
O ponto morto da mente.

Estive a ver atentamente Bob Geldof a falar das coisitas dele e achei curioso. O gajo decorou nomes, tratados, datas, locais; não mentiu, falou de negócios, disse que vivia bem, gostei. Gostei, acima de tudo, da forma como abordou os temas e como foi inteligentemente honesto. Ele poderia armar-se em herói, mártir, ou uma coisa entre as duas o que é muito comum nos representantes das ONGs, mas não. Disse que vivia bem, que curtia mesmo quando estava preocupado e abordou a musica que não sai. Foi nesta parte que mais me admirei porque tinha no meu imaginário que Bob Geldof como músico tinha sido uma "fézada" dos anos do punk e que mais nada haveria a acrescentar. Enganei-me, o homem conseguiu explicar exactamente aquele estado mental onde acontece a criação ilustrando que é a altura em que o consciente e o subconsciente entram em ponto morto. Falou que em tempos, forçava com café o ficar acordado de noite e esperava pela altura em que o subconsciente se sobrepunha ao consciente (mentes objectiva e subjectiva - na minha versão) e disse, que era aí, quando as confusões da vida ficavam diminuidas, que lhe saía algo criativo. Acrescentou depois que quando lia o produto desses momentos, normalmente, achava que aquilo não fazia qualquer sentido. Meu Deus, mas o que ele disse é o que eu explico há tantos anos e nunca consegui ser tão claro. Se não fosse por mais coisa nenhuma, só por isto, bem hajas BOB GELDOF.
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5/10/2008 03:18:00 da tarde
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08/05/08
Para treinar a selecção:
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5/08/2008 09:18:00 da tarde
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Seguros, claro...

A ideia que temos de uma aldeia global segura, não é bem isso. A Yola Figueiredo, a dentista, que a GDA me arranjou, é no Laranjeiro. Saio de casa com 1 hora de antecedência para esperar mais de meia hora, é meu, sou assim. Pelo caminho confirmo o almoço com o Xilas, ele acabará por me ligar quando eu estou de boca aberta com 2 aspiradores e uma broca lá dentro. Mas atendi.
No prédio dele estava um polícia ensanguentado junto à porta do elevador, não morto segundo as notícias. O André estudava djambés com imagens da Guiné-Bissau eu e o Xilas fomos para o escritório tocar numa acústica com o braço mais grosso que o meu, foi bonito. Amo o Xilas. Passámos, antes de ir, pela loja-bar de um indiano que troca moedas e joga matrecos connosco, convida e joga snooker connosco. O polícia ia marando. Alguém entra e diz: -Ainda dizem que o bairro é que é mau... O Xilas ri-se.
E isto é mesmo ali...
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5/08/2008 07:42:00 da tarde
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07/05/08
Para presidente do PSD:
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5/07/2008 10:06:00 da tarde
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O novo transportador:
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5/07/2008 11:37:00 da manhã
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Finalmente:
Finalmente consegui divorciar-me do Jeep. O amigo Fernando Rodrigues, conseguiu-me o carro que eu queria e recebeu-me o "mal-amado" por mim: Opel Frontera.
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5/07/2008 11:34:00 da manhã
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06/05/08
Conferência sobre Desenvolvimento Sustentável
Bob Geldof acusa dirigentes de Angola de serem criminosos
06.05.2008 - 16h02 Lusa, PÚBLICO
O músico e activista Bob Geldof afirmou hoje em Lisboa que Angola é um país "gerido por criminosos", palavras que levaram o embaixador angolano na capital portuguesa a abandonar a sala.
Bob Geldof, nascido na Irlanda e que começou a carreira como jornalista musical, falava esta manhã no Hotel Pestana Palace, na conferência sobre Desenvolvimento Sustentável organizada pelo Banco Espírito Santo e pelo jornal "Expresso", dedicando uma intervenção de cerca de vinte minutos ao tema "Fazer a diferença", no fim da qual o embaixador angolano, Assunção dos Anjos, abandonou a sala.
Quando se referia às relações históricas e culturais de Portugal com o continente africano ("vocês serão uma voz importante no século XXI", disse para a assistência), Bob Geldof fez uma pausa e virou o discurso para Angola.
"Angola é gerida por criminosos", acusou o organizador do Live Aid e do Live 8, que antes foi também um músico bem sucedido. "As casas mais ricas do mundo do mundo estão na baía de Luanda, são mais caras do que em Chelsea e Park Lane", apontou, estabelecendo como comparação estes dois bairros luxuosos da capital inglesa.
"Angola tem potencial para ser um dos países mais ricos do mundo", frisou Geldof, considerando que aquele país africano tem, designadamente, potencial para "influenciar as decisões da China".
Relativamente a Portugal, o músico irlandês considerou que o país deve ser um parceiro de Angola devido ao seu passado, e acrescentou que tanto Portugal como Espanha e Itália "serão os primeiros [países europeus] a sofrer o impacto de qualquer problema em África".
E Portugal deveria ter especial interesse em promover o "desenvolvimento em África", já que tem "uma economia muito vulnerável, uma economia que depende do clima e está paredes-meias com África", salientou.
"Estamos (os cidadãos europeus) a 12 quilómetros de África", disse Geldof antes de questionar "Como podemos não nos questionar?". Para Bob Geldof, através da capacidade de acção em África, a voz de Portugal pode ser "decisiva na Europa, que por sua vez é ouvida no mundo".
Bob Geldof reuniu em 1985 a elite do rock para tocar num concerto transmitido para mais de mil milhões de pessoas em todo o mundo, o Live Aid. Antes, em 1984 tinha reunido várias estrelas no single "Do They Know It's Christmas?", que angariou verbas para o combate à fome que então devastava a Etiópia. Em 2005, os concentos Live 8 tiveram lugar em Londres, Paris, Filadélfia,Roma e Berlim.
A assistir ao discurso de Geldof hoje de manhã em Lisboa estavam dezenas de pessoas, entre as quais os embaixadores do Reino Unido, da Irlanda, de Marrocos, da Argélia e de Angola, que abandonou o local após as suas palavras e antes do fim de todas as intervenções da conferência e do almoço que se seguiu.
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5/06/2008 09:57:00 da tarde
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Disparate do dia.
Porque não jogo, mister? - pergunta Makukula a Fernando Chalana.
Então o rapaz não sabe porque não joga? É mau. E pior é que, provavelmente, está mais longe do Euro-2008, mas não viu isso quando saiu do Marítimo?
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5/06/2008 09:01:00 da manhã
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05/05/08
Saudade
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5/05/2008 10:57:00 da tarde
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Não há festa como esta, diz-se...
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5/05/2008 10:52:00 da tarde
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Etiquetas: Digitalizações, Memória
Grande melão. (E à segunda-feira?)
Detective de infidelidades foi traído pela própria mulher
PEDRO VILELA MARQUES
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5/05/2008 03:03:00 da tarde
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A bola cá da terra.
Rui Santos aquele grande comentador nacional, que cada vez vemos ou lemos mais, apregoa que não se vende, nem faz favores, nem está ao serviço de ninguém. Eu acredito no que ele diz, só me faz confusão o facto de ele dizer isso constantemente como se as pessoas a quem se dirige tivessem muitas dúvidas. Pessoalmente acho, também, que o Rui já esgotou o stock do que tinha de interessante para nos dizer, esta semana descasca no Benfica, porque está farto de descascar no Sporting, depois vai ser o Porto, seguidamente vai dizer bem de todos e lá anda ele à rodinha sem fazer favores a ninguém. Eu precisava de um grande favor do Rui, precisava que ele não alinhasse no folclore dos apitos dourados, resultados combinados, árbitros tendenciosos. Eu precisava que ele não passasse o tempo a falar das finanças dos nossos clubes como se fossem clubes ricos que ninguém sabe gerir. Eu precisava de ajuda para demonstrar o que é real desde há muitos anos, os males do futebol têm de ser imputados a todos os dirigentes, empresários, legisladores, todos. Andarem a acusar Valentim, Pintos da Costa ou de Sousa, Vale Azevedo; hoje uns amanhã outros, só mantém o mal, quase que o desculpa. Enquanto as pessoas se mantêm entretidas a "descascar" nesses prevaricadores tudo continua na mesma.Pode haver dirigentes que são simultaneamente directores num clube e detêm uma posição maioritária noutro clube que participa no mesmo campeonato que o primeiro. É ilegal que um dirigente, nestas condições, tenha interesse que ganhe um dos clubes, quando os dois se defrontarem? E isto não é falsear resultados? É, mas com toda a legalidade.
Um emblema pode apresentar um plantel a disputar qualquer campeonato, cujo valor é impagável pelas posses do clube, ao fim de 9 meses os jogadores fazem greves, queixam-se na comunicação social e os dirigentes lamentam muito. Contudo já garantiram a manutenção. No mesmo campeonato outro emblema só apresenta os jogadores que pode pagar, tem as contas em dia, mas desce de divisão. Isto não é falsear resultados? É, mas não acontece nada a quem faz batota.
Estes e outros males é que teriam que ser sarados definitivamente, apitos dourados, tretas de arbitragens e outros filmes só servem para distrair e não resolvem nada na bola cá da terra.
(*) este é apenas um exemplo actual, mas todos conhecemos centenas.
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5/05/2008 11:23:00 da manhã
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Etiquetas: Futebol
Este Luís...
Um casal irlandês estava a entrar, na noite de sexta-feira, num hotel em Vilamoura, quando, visivelmente embriagados, caíram desamparados. Com eles seguiam os 3 filhos de 1, 2 e 6 anos. Chamada a GNR o casal foi para o centro de saúde e as crianças para o Refúgio Aboim Ascensão. No Sábado os pais foram buscar as crianças.
O director do Refúgio Aboim Ascensão, psicólogo Luís Villas-Boas, disse que iria entregar os meninos mas que por ele ficava com as crianças no Refúgio pelo menos 3 dias, porque ficava mais descansado, porque aqueles pais blá blá blá...
Não é a primeira vez que este psicólogo me deixa apalermado, foi assim, também, com a Esmeralda, por exemplo. Vejo nele uma atitude justiceira em relação aos pais que fazem disparates e que são absolutamente criticáveis, mas tenho grande dificuldade em detectar aquele "superior interesse da criança" que ele tanto fala e que hoje está na moda, mesmo sem ninguém saber muito bem do que se trata. Não consigo entender a vantagem para as crianças de ficarem mais 3 dias separadas dos pais, num país que não é o deles, com uma língua que não é a deles e depois do que deve ter sido um enorme susto. A menos que no superior interesse das crianças elas tenham que ficar de castigo por os pais terem feito porcaria.
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5/05/2008 10:07:00 da manhã
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30/04/08
Fim de semana.
O Sol, nossa fonte de luz e de vida, é a estrela mais próxima de nós e a que melhor conhecemos. Eu vou atrás dele, hoje, até à Costa da Caparica.
Se ele não fugir, fico por lá até à semana que vem. Espero, pelo meio, ir a Queluz ver-me, finalmente, livre do Jeep.
Bom fim-de-semana.
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4/30/2008 02:08:00 da tarde
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29/04/08
E este, outro, também não:
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4/29/2008 10:18:00 da tarde
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Este palco, também, já não há:
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4/29/2008 10:14:00 da tarde
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Etiquetas: Digitalizações, Memória
Este palco já não há:
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4/29/2008 09:59:00 da tarde
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Afinal é o Arquimedes.
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4/29/2008 08:51:00 da manhã
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28/04/08
Moscavide do Oeste.
Grupo invade esquadra de Moscavide para agredir rapaz que apresentava queixa
28.04.2008 - 09h00 PÚBLICO
A esquadra da PSP de Moscavide foi ontem invadida, cerca das 17h00, por um grupo de dez a quinze homens, aparentemente brasileiros, que agrediram um jovem de 20 anos. O rapaz encontrava-se a apresentar uma queixa contra aqueles indivíduos, noticia hoje o jornal “24 Horas”.
O queixoso já estava a prestar depoimento perante o único polícia que estava naquele momento da 35ª esquadra de Lisboa, quando o grupo entrou nas instalações e saiu a correr depois de o agredir, segundo testemunhas no local.
A vítima teve de receber assistência médica, pelo que não pode acabar de apresentar a queixa.
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4/28/2008 02:04:00 da tarde
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O 25 de Abril na RTP1 (25 de Abril)
Nota introdutória: Esta insistência na RTP1 tem como única razão o facto de ser a nossa televisão, aquela que nós pagamos e a que tem obrigação de contribuir com objectividade, verdade e conhecimento para as gerações mais novas e para as do futuro. É que não vale de nada chamar ignorantes aos jovens se não lhes é dada informação na linguagem que eles entendemNo dia 25 a RTP apresentou um programa de variedades, com as cantigas de há 34 anos, cantadas pelos artistas de há 34 anos e acompanhados por uma meia-orquestra que já não se usa. Ver Carlos Mendes, Fernando Tordo, Brigada Victor Jara, Lua Extravagante, Carlos Alberto Moniz, Manuel Freire, José Jorge Letria, Xico Fanhais, Samuel e tantos outros cantores importantes da música nacional e que fizeram da cantiga uma arma há muitos anos atrás, pode ser importante para nós, mas os jovens não têm paciência. Isto enfurece-me ainda mais quando sei que a própria indústria tem presente o que foram lançamentos como "Os filhos da madrugada", por exemplo, em que 20 grupos cantam músicas do Zeca e que foi um sucesso estrondoso.
As músicas poderiam até ser aquelas, mas já imaginaram o que seria se a RTP usando os arquivos que mostraram, tivessem convidado: Blasted Mechanism, Tara Perdida, Clã, Tiago Bettencourt, Mind da Gap, Slimmy, Rita Redshoes, Mão Morta, Da Weasel, Mesa e Dona Maria por exemplo, para cantarem as mesmas cantigas? Saia-lhes muito mais barato e assim, sim, estariam a mostrar o 25 de Abril à juventude.
Nota Final: Estava a escrever isto e a ouvir o nosso Presidente da República a dizer na televisão que estava escandalizado com a ignorância dos jovens sobre o 25 de Abril. Sem comentários!
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4/28/2008 10:59:00 da manhã
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O 25 de Abril na RTP1 (dia 24)
A noite do 24 para 25 de Abril na RTP1 foi preenchida com aquele tal programa(*), O corredor do poder, e o convidado foi Otelo Saraiva de Carvalho. O homem que foi pau para toda a obra de todos os oportunistas, voltou a repetir o que sempre disse, explicando cada acusação ao pormenor e chamando as pessoas pelo próprio nome, sem temer que alguém o venha desmentir, algo que nunca fizeram. Não entendo a intenção da RTP de colocar o homem que se sujeitou a tudo para nos devolver a liberdade perante quem só encontrou pedras para lhe atirar, e que depois quando lhe foi lembrado que o partido dele queimava sedes de partidos no Norte do país, escondeu a mãozinha. Foi confrangedor ver o Nuno Melo a clamar que Otelo não tinha legitimidade democrática para fazer o que fazia, pois não nem para fazer o 25 de Abril. O CDS continua a fazer de conta que Abril de 1974 não existiu, dizendo constantemente que a revolução foi no 25 de Novembro, como se podesse haver uma coisa sem a outra. Eu acho que colocar alguém do CDS a falar da nossa revolução sabendo-se que eles sempre estiveram com os destituidos é um ataque ao 25 de Abril e a todos nós, a menos que os colocassem à partida como os que estavam contra e, no mesmo sentido, chamassem também aqueles, que ainda há, que se mantêm fieis ao antigo regime e não o escondem. Porque estamos a falar do 34º aniversário da revolução dos cravos e porque ainda há muita gente nova que, nestas alturas, procura saber mais.
(*)- Programa apresentado por Sandra Moura e com Ana Drago, Margarida Botelho, Nuno Melo, Marcos Perestrello e Marco António Costa como comentadores.
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4/28/2008 10:21:00 da manhã
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