A cansativa, para alguns, guerra entre o governo e os sindicatos dos professores aproxima-se do fim. Vamos assistir nos meses que faltam para as próximas eleições legislativas a um "forcing" cada vez maior dos sindicatos e a um empatar do governo tentando fazer render o peixe até ao voto do povo. A confirmarem-se as sondagens que dão 40 a 42% ao PS, Sócrates está descansadinho quanto ao resultado da contenda, se o resultado for por aí o primeiro ministro vai dizer que os eleitores legitimaram nas urnas as opções do governo.
Neste cenário, que com Álvaro Cunhal nunca aconteceria, os sindicatos falharam nos "timings" e nas previsões. Não compaginaram a possibilidade de não haver, na actualidade, um candidato a primeiro ministro com credibilidade suficiente para rivalizar com o actual nem perceberam que a enorme quantidade de professores e as suas diferentes sensibilidades não ajudam a colocar a opinião pública do lado dos docentes. Os professores não queriam aceitar as aulas de substituição tal como são agora e deram imensas razões para isso, no entanto sempre as houve. A diferença é que dantes eram pagas como horas extras e esta nunca foi uma razão apresentada, mas a comunicação social informou. Os docentes acham abominável a criação da figura de professor titular, mas ocuparam todas as vagas para o lugar e a comunicação social informou. Os professores tentam calar todos os que se lhe opõem com a justificação de que só eles, professores, sabem o que se passa nas escolas, mas estas não são conventos e a comunicação social vai informando.
Os sindicatos podem trabalhar que nem uns "moiros", e têm-no feito, mas acabarão sempre por claudicar se não conseguirem o apoio da população. São muitos os educadores, é verdade, mas os educandos são muitos mais e é difícil convencer os pais quando os filhos saiem prejudicados. E, tal como no futebol, a culpa é sempre do treinador. Podia ser do presidente mas este como é sujeito a eleições acaba sempre por se safar até às próximas.
Mais uma vez os professores que tantas razões, embora diferentes, tinham para protestarem vão sair prejudicados. Até quando?
Uma última palavra para a senhora ministra, que poderá ser feia, antipática, teimosa e até impreparada; mas é, concerteza, a ministra de educação mais corajosa e disponível que conheci.
12/12/08
Governo/Professores, fim à vista.
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12/12/2008 01:47:00 da tarde
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O que me surpreende.
A sério? Eis uma coisa que ninguém estava à espera, daí ser uma enorme surpresa.
2. Deputados faltam mais às Sextas-feiras.
Outra surpresa, nunca me tinha passado pela cabeça. Concerteza que são os únicos e mais ninguém faz isso.
3. Portugal está à beira da recessão económica.
Ena pah, não me digam isso. Estava completamente convencido que era só a Alemanha, a Espanha, a Itália, a França e por aí fora. Grande surpresa.
4. Victor Constâncio está entre os banqueiros centrais mais bem pagos do mundo.
Xiiii, surpreendente. E mesmo assim note-se as dificuldades que tem em desmanchar os nós cegos que os banqueiros, menos centrais, engendram. Ao menos não se suspeita que vá recebendo umas "atençãozinhas".
5. Dias Loureiro queria tirar todas as dúvidas, mas não conseguiu.
Caramba um senhor tão inteligente e certinho que devido ao seu mérito se tornou milionário num instante, não consegue explicar coisa nenhuma. De certo por inveja, todas as explicações que o senhor dá são desmentidas logo a seguir. Surpreendente.
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12/12/2008 01:08:00 da tarde
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26/11/08
Estamos lá.
Pela primeira vez na história da Champions League, Portugal coloca duas equipas nos oitavos de final da prova, 100% dos participantes portugueses.
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11/26/2008 09:58:00 da manhã
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25/11/08
BPN: memória curta
| Camilo Lourenço BPN: memória curta |
Depois da conversa comuniquei a Pinto Balsemão que não tinha ficado esclarecido com as explicações de Dias Loureiro e que, por mim, a "Exame" mantinha o que tinha escrito. O que aconteceu depois é conhecido...
Ao ouvir Dias Loureiro na RTP fiquei espantado. Porque o ex-ministro disse que ficara tão preocupado com o artigo que foi, de "motu propriu", ao Banco Central comunicar que a instituição devia estar atenta. Das duas uma: ou Dias Loureiro soube de algo desagradável entre a conversa comigo e a ida ao Banco de Portugal; ou fez "fanfarronice" nessa conversa para esconder os problemas do BPN. Há uma terceira hipótese... Feia. Mas depois do que vi no assunto BPN já nada me espanta!
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11/25/2008 04:35:00 da tarde
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Um exorcista para a sede do PSD, por favor.
Jornalista - jmtavares@dn.pt
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11/25/2008 04:31:00 da tarde
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21/11/08
O regresso do social-fascismo.

-Não assino cheques em branco, respondeu.
Traçou os seus objectivos pessoais desde logo mas, na escola, ninguém os aceita. Nos corredores dizem: -Lá vai a nova Maria de Lurdes Rodrigues. Tem mais colegas que partilham a mesma opinião mas obrigam-se a conversar clandestinamente para não sofrerem represálias, sendo que a maioria tem medo de dizer o que pensa. Represálias, aliás, já prometidas a quem tiver a ousadia de furar a próxima greve.
Ontem ouvi-a dizer pela primeira vez: -Tenho de repensar a minha opção profissional.
Volta MRPP, estás mais do que perdoado.
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11/21/2008 10:48:00 da manhã
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12/11/08
BPN - Até dói.
Doeu ver o desalento dos accionistas do BPN no programa "Prós e Contras". Quando lhes perguntaram se não deveriam queixar-se à justiça foi triste ouvir responder: -Para quê? Eles levavam 3 anos de pena suspensa e ficavam com o dinheirinho na mesma. Ainda pior foi ouvir explicar que cada trafulha se ia enchendo de dinheiro que não lhes pertencia enquanto o Banco definhava dia a dia. Dá vontade de adivinhar que se não existe a força da justiça, estamos a caminhar para a justiça à força.
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11/12/2008 11:29:00 da manhã
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20/10/08
Quique Flores genial.
A troca de guarda-redes levada a efeito por Quique Flores foi genial. Com Quim na baliza o Sport Lisboa e Benfica teria caído às mãos de uma excelente equipa da 2ª Divisão B - o Penafiel.Moreira voltou à baliza uns anos depois e com um punhado de boas defesas permitiu que a sua equipa fosse para prolongamento e, mais tarde, defendeu os penaltis que permitiram a continuação do SLB na Taça de Portugal.
Parabéns ao técnico encarnado.
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10/20/2008 08:58:00 da manhã
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13/10/08
He he he
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10/13/2008 02:51:00 da tarde
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10/10/08
E 14 anos depois...
Casaram ao fim de 14 anos de namoro. Serão sempre o meu casal preferido: o Paulo Basílio e a Tania. Ele guitarrista, ela editora, ambos incrivelmente inocentes, ainda. Amo-os. Foi o casamento mais bonito onde fui!
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10/10/2008 10:17:00 da manhã
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Uma reunião de pais.
18:30 horas e a reunião com os encarregados de educação não parecia estar prestes a começar. Um dos pais perguntou se faltava muito e o professor respondeu que "estava à espera que as pessoas acalmassem um bocadinho". Uma mãe sentada com dois filhos irrequietos de 2 e 6 anos sentiu-se atingida e mandou os miudos para fora da sala, pedindo à mais velha que tomasse conta do irmão. Vinte minutos depois a reunião começou. Ainda estava o professor nos habituais preliminares quando se ouviu um forte choro de criança vindo do exterior, de seguida a menina de 6 anos aparece à porta chorosa a dizer que o irmão caiu batendo com a cabeça num vaso de flores. A mãe saiu a correr e alguns de nós fomos atrás dela. A criança estava ainda caída no chão chorando desalmadamente dando origem a uma histeria descontrolada por parte da mãe. A menina de 6 anos tentou explicar à mãe como tudo sucedeu o que lhe valeu uma tareia que só parou porque um outro irmão, até aqui ausente, se foi meter para proteger a irmã. Este rapaz de 14/16 anos e que era o motivo da mãe estar na reunião de pais, também não escapou desta vez com murros e arremesso dos objectos que estavam à mão. Alguém se lembrou de oferecer ajuda para levar o bebé ao posto médico, mas a senhora, ainda a gritar, não aceitou gritando com o filho mais velho para que ligasse ao pai. Já estava tudo fora da sala a discorrer sobre o ocorrido, quando chega um homem de t shirt de alças (estava um frio do caraças) que desatou, mal chegou, aos berros com a mãe das crianças. A mãe com a criança ao colo, continuava a gritar com aquela voz esganiçada e estridente de quem não quer ouvir coisa nenhuma. -Ando eu a vergar a mola para tu nem dos putos seres capaz de tomar conta. - gritou o homem ao mesmo tempo que dava um valente empurrão na mulher atirando-a contra o Honda Civic.
Depois foram embora a alta velocidade, deixando-nos a todos a discutir aquele exemplo familiar.
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10/10/2008 09:21:00 da manhã
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02/10/08
E se eles precisarem de ajuda?
Tenho andado tão concentrado em reler "Das Kapital" do tio Marx que ando a falhar montes de rotinas. Aqui a falta de comparência foi propositada, a irritação sobre a forma como se tenta explicar a falência económica dos EUA aconselha-me a estar caladinho.
Não é aborrecido, até para os americanos, ser natural de um país hipercacique que lixa a vida ao mundo todo e que esse mundo se obriga a usar todos os salamaleques para não os incomodar? Então e se aquele povo precisar de ajuda? Também alinhamos e dizemos que são as forças do mal?
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10/02/2008 11:50:00 da manhã
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19/09/08
Vodka não é bom para o salto em altura.
Ivan Ukhov deu nas vistas durante a Athletissima de Lausanne, na Suíça. O saltador russo, segundo os relatos, dedicou-se ao vodka misturado com bebida energética, antes de entrar em competição, e acabou por ser o motivo da chacota dos adeptos presentes no recinto.
Ao longo de penosos dois minutos, Ukhov deixou indícios de um estado completamente alterado. Tanto que motivou a intervenção de um colega, para acabar de tirar as calças, bem como a de um juiz, alertado pelos aplausos jocosos dos espectadores, a incentivar o atleta.
O saltador russo cambaleou, deitou as mãos à cabeça mas tentou recuperar a pujança com uma aproximação ao chão. Baixou-se, olhou para o objectivo e foi em frente. A abordagem à fasquia não prometia muito. Ukhov correu, correu mais um pouco, ainda deve ter pensado em levantar voo, mas já não dava. Foi sempre em frente, sem tocar na fasquia, ficando largos segundos no colchão, a recuperar o raciocínio. Perante os assobios generalizados, o infeliz russo lá foi saindo de fininho, a pensar na ressaca do dia seguinte. E na vergonha, sobretudo. (do site maisfutebol.com)
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9/19/2008 09:20:00 da manhã
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11/09/08
Igualmente diferentes.

Jornada infeliz a das selecções cá da terra. Os Sub-21 foram postos fora da corrida e nem foram capazes de vencer a Irlanda - a equipa mais fraca do grupo. Pensar que aqueles jogadores serão, naturalmente, a futura selecção A é arrepiante.
A selecção de Queiroz apresentou muito mais futebol que os mais novos, mas acabou por não ser capaz de segurar a vantagem nos últimos minutos e acabou por perder. Quim explicou ao treinador com imagens a razão porque era suplente de Ricardo.
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9/11/2008 07:59:00 da tarde
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09/09/08
Fim-de-semana.
Os comunistas na voz do seu secretário-geral (a quem eu tantas vezes chamo Jerónimo Martins) estão a levar muito a sério o seu crescendo nas sondagens e nos discursos políticos já se notam algumas diferenças como foi o caso da alusão à onda de assaltos no país, assunto normalmente tabu entre os pêcês.
Manuela Ferreira Leite falou para dizer que o melhor é estar calada, o que é uma grande verdade quando não se tem nada para dizer. Pena é que o seu amigo Cavaco não afine pelo mesmo diapasão, esse quando abre a boca é, realmente, uma tristeza.
Os benfiquistas ainda andam de volta do último jogo a repetirem que só há sumaríssimos para as cores encarnadas, que se o Luís Filipe Vieira falou com o árbitro o Pinto da Costa falou com os delegados, se o Nuno Gomes devia levar vermelho pela entrada sobre o Rodriguez os portistas deviam ir todos para a rua. E o apito dourado blá-blá-blá que faz parecer que só é mau porque beneficiou outros que não o clube da Luz. Entretanto não ganha coisa nenhuma em lado nenhum.
Os assaltos são usuais nesta altura do ano e extremam-se em anos de crise económica. É assim em todo o lado. Há, é claro, países mais bem preparados para combater a criminalidade e com leis mais bem estruturadas. Nós, apetece dizer: - por cá todos bem, nós andamos às avessas com a nossa polícia, com a nossa justiça e enquanto não resolvermos isso não nos vamos poder preparar para actuar num sistema de fronteira aberta onde os criminosos começam a ser conhecidos onde estão e mudam de esquina. Mudar de esquina quer dizer procurar terras onde a sua arte é melhor sucedida.
A Selecção ganhou a uma selecção muito mais fraquinha, impensável era não ganhar. Ainda não percebi muito bem porque há tanta gente que exige que Portugal vença Espanhas, Itálias e afins e tem tanta relutância em exigir, desde logo, uma vitória sobre Malta. Esquisitices.
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9/09/2008 12:08:00 da tarde
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04/09/08
O preço das fraldas.
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9/04/2008 07:54:00 da tarde
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Condoleeza Rice chegou a Portugal.
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9/04/2008 07:40:00 da tarde
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02/09/08
É preciso lutar!
O Estado da Nação: já ninguém acredita em ninguém nem em coisa nenhuma. Diz-se que a justiça protege os criminosos e os juízos aceitam mas culpam as leis.
A corrupção não tem limites e corruptos e corruptores acham-se iguais aos que dirigem a Nação.
Quem devia produzir não faz nenhum e mesmo assim acham-se mal pagos e protestam e fazem greves e, mantêm os postos de trabalho.
O desemprego aumenta constantemente mas não há loja que não tenha na montra o dístico: empregado/a precisa-se. Somos todos doutores de repente?
O país está na miséria. Está? Então onde estavam os miseráveis em Agosto? E como há tantos carros de alta cilindrada para alimentar o carjacking?
Férias: Fui para a Galiza pelo 18º ano consecutivo, tenho visto aquele povo a lutar ano após ano por melhores condições de vida, pela adaptação às exigências da nova Comunidade e pela manutenção das suas raízes e da sua identidade. Surpresa: - eles conseguiram!
Os galegos cagaram-se para as guerras políticas e não escolhem o partido escolhem os melhores e mais capazes, aceitaram a moleza dos mais idosos e deram-lhes colocações profissionais onde possam ser úteis e não se sintam inferiorizados. Apostaram na terra e orgulham-se disso a cada momento. E são felizes, estupidamente felizes.
Os nossos miúdos adoram a Galiza, mas já a estranham. Lá não têm tempo para birras: morde-lhes um bicho e logo aparecem "n" voluntários com uma cura para a dentada, zangam-se com o companheiro de brincadeiras e logo aparecem "n" negociadores a resolver a situação. Os miúdos queixam-se que os galegos andam todos a correr porque no hipermercado se há algo que não foi pesado ou se lhe falta o código de barras, eles saem da caixa a correr e vão fazer o trabalhinho. Não têm telefone? -pergunta a Helena. Têm mas assim é mais depressa, eles trabalham. Eles trabalham muito e são estupidamente felizes. É preciso lutar!
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9/02/2008 09:52:00 da tarde
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01/09/08
Cheguei e já tenho saudades.
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9/01/2008 08:58:00 da manhã
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23/07/08
Vou de férias.
A azáfama é muita, é sempre muita, quando me preparo para muitos dias fora daqui. É nesta altura que eu percebo quantas coisas deixo ficar por fazer no momento certo e que me obrigam, agora, a andar a correr à toa. É claro, que tenho sempre a sensação que ainda me falta qualquer coisa.
Alguns casos resolvi convidando alguns amigos a irem-me visitar no trilho de Martim Codax.
Vamos ver como se comporta o "e-escolas" em roaming, disso dependerá a minha assiduidade ou não aqui no blog.
Beijinhos e abraços.
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7/23/2008 06:42:00 da manhã
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17/07/08
Grande Entrevista.
Dantes por muito menos às portas do estádio ficavam os pedaços de cartões de sócio rasgados, agora ficam cinzas de autocarros queimados tudo a bem da dignificação do futebol. Ai.
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7/17/2008 09:26:00 da tarde
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Está tudo explicado.
Nos próximos Jogos Olímpicos, a medalha vai para quem usar uniforme vermelho? Não necessariamente, mas investigadores da Universidade de Münster, na Alemanha, mostraram que usar vermelho pode influenciar a decisão dos júris.
Norbert Hagemann e os seus colegas mostraram a 42 júris excertos de gravações de partidas de taekwondo, uma arte marcial em que um dos jogadores tinha uniforme azul e o outro vermelho.
Cada júri avaliou cada vídeo e deu pontos aos jogadores pelos ataques que fizeram. Depois, alteraram a ordem dos vídeos e trocaram a cor dos uniformes dos jogadores digitalmente. O jogador que vestia vermelho passou a “vestir” azul, e vice-versa.
A equipa de cientistas descobriu que os júris deram 13 por cento mais pontos aos jogadores que tinham o uniforme vermelho, mesmo quando eram as mesmas partidas. Nos jogos de equipas, este enviesamento deverá ter um impacto menor. Mas nas partidas que são decididas por júris, a cor poderá ter uma influência importante.
“Esta é uma experiência bem feita. Reforça o facto de a cor ter influência no resultado dos jogos desportivos”, disse à "New Scientist" Robert Barton, co-autor de um artigo de 2005, que já sugeria que a cor vermelha poderia estar associada a comportamentos de dominância ou de agressão no mundo do desporto. Segundo o investigador, pode haver uma atribuição de dominância subconsciente quando se altera as cores dos uniformes.
O boxe, a luta greco-romana e o taekwondo são jogos que normalmente usam as cores azul e vermelho nas protecções e uniformes. Estas modalidades vão estar nos Jogos Olímpicos em Pequim.
Apesar de no taekwondo se usar um sistema electrónico que ajuda os júris a contar os ataques, Hagemann dúvida que o sistema seja suficiente para mitigar os efeitos das cores. “Esses sistemas não são utilizados no boxe e ainda assim, não alteram qualquer benefício psicológico que possa ser dado aos atletas que estejam a usar vermelho”, explicou o investigador à "New Scientist".
O artigo original dos cientistas alemães será publicado pela revista "Psychological Sciences", na sua edição de Agosto. (do Público)
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7/17/2008 08:01:00 da manhã
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15/07/08
Disparate do dia
«O presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, afirmou ontem, no concelho do Porto Moniz, que é ele a "verdadeira oposição" ao Governo da República."Não chamo oposição àqueles que, quando o Governo diz que é verde, dizem que é verde escuro. Chamo oposição quando o Governo diz que é verde e eu digo que é vermelho, salvo seja", disse Jardim, no âmbito da 53ª Feira do Gado do Porto Moniz.» (Diário de Notícias)
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7/15/2008 03:10:00 da tarde
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Etiquetas: Disparate do dia
Vamos fazer férias?
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7/15/2008 02:11:00 da tarde
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Queremos pão em vez de betão, ou não?
João Miguel Tavares
jornalista
O betão anda um bocado na mó de baixo. Desde os tempos de Cavaco Silva e Ferreira do Amaral que a expressão "política do betão" virou insulto, como se a viga e o cimento fossem feitos com as ossadas da classe baixa. Por cada pilar erguido, um pobre falecido. E como nestas coisas da política portuguesa PS e PSD vão mudando de opinião consoante a posição que ocupam no poleiro, hoje são os socialistas que tecem loas às obras públicas e os sociais-democratas que desconfiam do poder da viga para alavancar Portugal.
Tirando considerações sobre a incapacidade de os homossexuais procriarem, a questão das obras públicas tem sido o tema-fetiche do PSD, com o qual o Governo é martelado cada vez que põe a cabeça de fora. Devo dizer: parece-me no mínimo bizarra a estratégia, sobretudo tendo em conta a imagem séria e antipopulista que Manuela Ferreira Leite se esforça por passar. É evidente que investimentos de centenas de milhões de euros têm de ser analisados ao pormenor e que convém não pontapear para daqui a dez anos o pagamento de compromissos actuais. É igualmente evidente que o Estado tem o dever de proteger quem, nas franjas da sociedade, cai em níveis dramáticos de pobreza. Mas nem o Estado tem a obrigação de servir de eterna almofada a choques que em boa medida estão fora do seu controlo (o sobreendividamento é, em primeiro lugar, uma responsabilidade das famílias, e não do Ministério das Finanças) nem o investimento em infra-estruturas está necessariamente desligado do combate à pobreza. Afinal, uma auto-estrada até Bragança faz mais pela riqueza da região do que despejar subsídios sobre quem lá vive. É uma daquelas coisas que já os romanos sabiam.
Ora, é a atenção a este género de subtilezas que se exige a quem quer governar o País. Exactamente porque fazer política não é apenas fazer contas, ver o PSD insistir que o TGV é um luxo que não podemos pagar é, no mínimo, desconcertante. Se está a ser feito um esforço conjunto dos países da UE para a criação de uma rede europeia de alta velocidade, que sentido faria ela parar em Badajoz, deixando mais uma vez Portugal na periferia - e logo numa altura em que o petróleo disparou para a estratosfera? O facto de o desenvolvimento do país não poder estar sustentado nas obras públicas não significa que de repente se feche a porta a todos os estaleiros pendurando a placa "agora vamos cuidar dos pobrezinhos". Se Manuela Ferreira Leite se quisesse transformar na Manelinha das Feiras, eu poderia entender a linha de pensamento "queremos pão em vez de betão". Mas, propondo-se como uma alternativa credível a Sócrates, espera-se mais de um programa de oposição do que propor análises custo-benefício das obras públicas e dizer que tem muita pena e que quer muito ajudar quem está a sofrer com a crise. Manuela Ferreira Leite está a precisar de férias. De férias e de novas ideias.
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Zé Leonel
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7/15/2008 02:08:00 da tarde
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