Ontem disseram
que o futuro era hoje
que se estudasse
tinha o mundo
aos meus pés
Formei-me cedo
mas o mundo do trabalho
não tinha vagas
para me receber
estou lixado
Não tinha nada
estava tudo hipotecado
esta puta de vida
não nos deixa progredir
não há futuro.
Onde é que está o meu futuro, onde é que está?
Onde é que está o teu futuro, onde é que está?
Corrupção, roubas o futuro
Educação, não dás futuro
Governação, não tens futuro
Justiça, estás sem futuro
Onde é que está o meu futuro, onde é que está?
Onde é que está o teu futuro, onde é que está?
30/07/09
No future (de novo?)
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Zé Leonel
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7/30/2009 03:38:00 da tarde
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Nunca nos calarão.
Temos direito à revolta
a lutar por solução
quando vimos o destino
a fugir da nossa mão
falado, escrito ou cantado
sempre nos ouvirão
Oiçam todos, atenção
temos muito que dizer
se nos puseram na vida
temos de poder viver
e na luta pela vida
nunca nos calarão.
Nunca nos calarão!!
Que nos ponham umas algemas
que nos açaimem a boca
que nos distorçam os membros
dentro de um colete de forças
na luta pela liberdade
nunca nos calarão!
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Zé Leonel
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7/30/2009 03:21:00 da tarde
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15/07/09
26/06/09
Franco Atiradores.
Na quarta-feira passada os "Pedro Eça e os Franco Atiradores" fizeram a apresentação do seu primeiro disco, no Maxime. Como mandam as regras da boa amizade lá estive presente com o Marix, não só para ver o Pedro mas, principalmente, para ver e ouvir a contribuição dos nossos "meninos": Cestinho, Hugo e Zéquinha.
A sala estava bastante composta, para assistir a uma performance excelente de toda a banda que é composta por 13 elementos. Quem quiser dar uma vista de olhos e ouvir uns sons bonitos pode visita-los aqui.
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6/26/2009 01:25:00 da tarde
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17/06/09
A nossa força toda.
A tua raiva toda, quero a tua raiva toda
Juntar com a minha raiva toda, fazer a nossa raiva toda.
Uma raiva feita G3 para acabar com esta merda toda de uma vez...
(excerto de uma cantiga da Chispalhada, que nunca foi gravada)
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Zé Leonel
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6/17/2009 02:46:00 da tarde
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08/06/09
Quem ganhou o quê?
Acabou a 1ª fase da tormenta, mas ainda faltam duas. Os resultados seriam muito piores se o PS tivesse ganho, mas não ganhou. Mas, quanto a mim, não perdeu. Perdeu na disputa directa com as sondagens, que eram absurdas. Numas eleições a que ninguém liga nada era escandaloso, digo eu, que o povo premiasse o partido do governo. Nunca foi assim, não percebo porque seria agora. Curiosamente tenho a sensação que se as sondagens previssem a vitória do PSD, os socialistas teriam mais votos.Achei, também, desajustada a ideia do Paulo Rangel de que o governo já não tem condições para conduzir o país. Primeiro porque as eleições europeias são o que são e depois porque o PSD, a alternativa de governo que ele preconiza, ganhou com menos de 32%. Se imaginarmos um resultado idêntico nas eleições legislativas como seria composto o governo? Quantos primeiros-ministros iríamos ter?
O cenário, para mim, até seria agradável porque defendo que só com uma mudança total, a começar pelas nossas cabecinhas, poderia ser possível melhorar este país e recuperar uma parte do futuro que temos vindo a hipotecar.
É claro que para quem está hoje na política isso não interessa. Passar por um governo é uma espécie de mestrado profissionalizante que garante empregos seguros e com ordenados chorudos. Acho, até, que eles preferem não estar por lá muito tempo.
O Bloco, sim, ganhou. Mas, para nossa infelicidade, até isso vai prejudicar os nossos bolsos. Sabendo-se que o capital é que nos decide a sorte, quem é que vai querer investir num país onde mais de 20% dos eleitores votam nos, por eles considerados, partidos de extrema-esquerda (BE+CDU)?
Concluindo perdemos todos, mas será que nesta democracia escangalhada ainda podemos ganhar alguma coisa? Podemos, sim, mas resistir já não chega. É preciso lutar, talvez até destruir, para reconstruir.
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Zé Leonel
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6/08/2009 11:25:00 da manhã
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25/05/09
Marinho Pinto.Está quase.
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5/25/2009 11:33:00 da manhã
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21/05/09
Camilo Lourenço. Está quase.
BPN: Memória curta
Camilo Lourenço.
camilolourenco@gmail.com
* foi um àparte meu, claro!
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Zé Leonel
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5/21/2009 06:48:00 da tarde
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11/05/09
Bairros problemáticos?
Mas afinal o que são bairros problemáticos?
Ainda hoje é assim, existem até gangs organizados: o gang da Portela, o de Vialonga, o do Forte, o da Póvoa,...e ninguém diz que são bairros problemáticos ou que a Póvoa de Santa Iria é uma cidade problemática. E lá andam eles a tentar incomodar as localidades vizinhas. A coisa só se torna mais complicada quando um qualquer bairro acolhe vários grupos e a restante população do lugar demonstra fraqueza perante o temor que os mauzinhos lhes causam. Passam a viver numa ditadura particular.
Nós, o resto povo, que vivemos longe disso, somos solidários com esses oprimidos? -Nada! Nós andámos no 25 de Abril a cantar: "Casas sim - barracas não - as casas são do povo - abaixo a exploração! Lá Lá Lá. E depois pintámos as barracas com cimento de muitas cores, pusemos umas em cima das outras, deslocámos umas dum lado para outro conforme o valor do chão e escondemos a coisa.
Nós berramos com a Polícia quando ela arranha um mau, porque é opressão e é o regresso ao fascismo e tal, mas também berramos com a Polícia porque nunca está onde é preciso, quando a coisa ocorre à nossa porta.
Nós, sempre nos cagámos para isso, o importante era tirar dali a barracada que desvalorizava o nosso apartamento e no fim ainda dizíamos: -Tirarem dali as barracas foi o melhor que podiam ter feito.
Nós vamos chamar nomes à bófia porque mandou um gajo para o outro mundo onde ele vai encontrar os 3 ou 4 que mandou para lá, mas não vamos à Quinta da Fonte, ou do Mocho, ou ao Belavista, berrar com os gajos que andam a lixar a vida da maioria dos habitantes, que vivem na tal ditadura que nós deixamos criar e contra a qual somos incapazes de lutar. Vamo-nos lixar!!!
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Zé Leonel
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5/11/2009 05:53:00 da tarde
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Vírus e bactérias.
Um vírus é basicamente um pequeno saco com um bocado de código genético lá dentro. Por si só não é capaz de se reproduzir, alimentar ou acumular energia. Fora de outro organismo o vírus não tem qualquer actividade. Precisa de se alojar numa célula para então "despertar para a vida", ou seja, desviando a função normal desta de forma a torná-la numa máquina de fotocópias de mais vírus iguais a ele.
Nalguns casos, tira tantos exemplares que acaba por matar o hospedeiro, o que acontece por estes dias com o mais recente surto de gripe.
Daquilo que se conhece, o vírus nada mais faz para além de se copiar.
Nessa medida, trata-se de uma forma muito primitiva e básica de vida cujo único objectivo é garantir uma continuidade existencial. Coisa que os genes, por exemplo, também fazem. Aliás, a tese mais consensual de momento afirma que estes minúsculos seres são bocados de código genético que se separaram de grandes cadeias, mantendo contudo uma capacidade de acção sobre essas mesmas cadeias. Ou seja, os vírus são mero lixo genético à deriva.
Ao pé de um vírus uma bactéria é um organismo muito sofisticado e complexo. Também aqui trata-se de uma simples cápsula com uma série de coisas lá dentro. Mas as bactérias já possuem meios de locomoção, recolhem nutrientes e reproduzem-se por si mesmas, na maioria dos casos, através de divisão, podendo também, nalgumas circunstâncias, recorrer ao sexo. Neste sentido, ao contrário dos vírus, as bactérias vivem a sua própria vida e estão activas em todo o planeta. Nos buracos mais inóspitos ou nos lábios das mais lindas mulheres - não é pela beleza mas pelo bâton que consideram um petisco. Basta dizer que um simples grama de terra contém aproximadamente quarenta milhões de bactérias. Outras há que preferem o interior quente dos animais à vida ao relento. Aí tornam-se parasitas debilitando o hospedeiro, aproveitam simplesmente a boleia e não causam qualquer efeito ou unem-se numa simbiose útil para ambas as partes, como acontece com as que vivem nos nossos intestinos cumprindo tarefas essenciais para a nossa sobrevivência. No campo parasitário e muito nocivo para os humanos temos o caso da tuberculose, entre tantas outras doenças.
A capacidade de intervenção das bactérias nos "grandes" organismos é muito maior do que a dos vírus. Não se limitam a copiar-se. Um exemplo curioso é o da bactéria "Dicrocoelium dendriticum" que se aloja no cérebro das formigas levando-as a subir pelas ervas acima sem qualquer benefício para a dita. Pelo contrário, esta bactéria espera assim ser ingerida por um herbívoro, no intestino do qual encontra as condições ideais para se reproduzir.
Vírus e bactérias vivem em mundos tão pequenos que se torna muito difícil para nós imaginar sequer do que estamos a falar. Nestes ambientes as coisas medem-se em mícrons ou seja mil vezes mais pequeno do que um milímetro. Uma bactéria tem normalmente entre 0,5 e 5 mícrons, enquanto um vírus é 100 vezes mais pequeno.
Se por um lado é notável como entidades tão incrivelmente diminutas conseguem provocar tanto estrago em "gigantes" como nós, não é menos surpreendente como com tão pouco espaço físico disponível é possível gerar tanta complexidade. Julgo que a chave para se compreender estes mecanismos reside no poder da informação. Temos, aliás, um paralelo no universo do digital. Uma simples alteração de 0 para 1 pode ter efeitos catastróficos. Imagine-se um simples e inofensivo interruptor que liga a luz em nossa casa, mas imagine-se agora um interruptor, em tudo semelhante, que dispare um míssil com ogivas nucleares.
Muitos destes vírus e bactérias fazem isso mesmo, disparam pequenos e locais processos que depressa adquirem gigantescas consequências. E não só no interior dos corpos. Basta pensar nesta gripe A e na forma como um ínfimo vírus consegue paralisar uma das maiores cidades do globo - com 20 milhões de habitantes -, lançar o pânico em toda a parte, desestabilizar a economia mundial e, não menos importante, matar uma quantidade apreciável de pessoas.
Efectivamente, nós não somos tudo e muito menos o pináculo da evolução.
Leonel Moura
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Zé Leonel
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5/11/2009 03:44:00 da tarde
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30/04/09
Sou companheiro!
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Zé Leonel
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4/30/2009 09:46:00 da manhã
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29/04/09
Então votas em quê?
E já agora, porque é isso que esperamos de um professor, votas em quê?
Para professor não basta dizer que não se devem comer gorduras, espera-se que digam que se coma antes outras coisas e que coisas são.
Para professor não chega dizer não se diz quaisqueres é preciso explicar que se diz qualquer e por quê.
És professor por isso não votas PS, votas CDU ou CDS ou PSD ou BE ou outra coisa qualquer e os teus alunos gostavam que explicasses porquê. Já agora os teus amigos também gostavam.
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4/29/2009 04:59:00 da tarde
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28/04/09
É preciso pensar.
Dantes os senhores feudais eram ricos e pronto, gamavam mas isso todos sabiam, pagavam salários de fome mas toda a gente queria lá trabalhar. Hoje os senhores feudais são pessoas a quem nós, eleitores, damos poder e que juram que estão do nosso lado. Dantes os senhores feudais matavam-nos a fome mas tratavam-nos mal, os senhores feudais de hoje matam-nos à fome e dizem que são nossos amigos.
Aquelas coisas do BPN, BPP, BCP, SLN, GALP, EDP, e tantas outras coisas, não estão a penhorar o futuro dos nossos filhos e dos filhos deles? E nós? Fazemos o quê? Já nem nos preocupamos com isso?
A hipotética ideia de que um gajo qualquer que não nos grame, se lembre de nos acusar de pedófilo, por exemplo, e mesmo que provemos que é mentira, nos lixe os restantes anos de vida, isto não nos preocupa?
A possibilidade de um trafulha qualquer nos dar uma golpada, mas como tem dinheiro para um defensor melhor que o nosso, nos transforma em criminosos, isto não nos apoquenta?
A evidente incapacidade e desinteresse que os políticos têm em nos mostrarem alternativas, procurando apenas garantir um tacho que lhes dará proventos futuros, não é uma cópia total dos tempos da União Nacional?
Há liberdade de expressão, diremos nós, mas já repararam como, para o mesmo assunto, as verdades são tão diferentes umas das outras? Liberdade de expressão é sinónimo de mentira se for preciso? Era isso que nós queriamos?
Não há Maias, nem Otelos, nem Cunhais, nem Regos, nem Zecas, nem Osórios, nem Fanhais e por cima não podemos esperar que eles façam alguma coisa. Agora calha-nos a nós!
PENSEM NISSO!
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4/28/2009 04:34:00 da tarde
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25/04/09
25 de Abril - Revolução

35 anos depois de tanta alegria, repara-se agora que aquela revolução atingiu o prazo limite. Está fora de prazo, estragou-se, não se pode consumir.
UMA NOVA REVOLUÇÃO JÁ!!!
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4/25/2009 01:04:00 da tarde
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24/04/09
Ex Votos adoptam Magalhães:
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4/24/2009 12:16:00 da manhã
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23/04/09
Gosto das eleições...
Se há eleições que eu gosto mesmo, são as autárquicas. Aprecio aquilo, pronto! As ruas cheias de maquinaria, os trabalhadores sempre a correr, carrinhas de arranjos de jardins, calceteiros, enfim eu acho aquilo giro.
Já houve alturas em que disse que as eleições já eram tudo o que a democracia nos dava, agora acrescento autárquicas, logo a seguir fica tudo tão bonito...
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4/23/2009 10:48:00 da tarde
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22/04/09
Revolução já!
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4/22/2009 02:28:00 da tarde
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21/04/09
O regresso dos EX VOTOS.
Esta foi a grande conquista de Abril, no dia 13 os EX VOTOS recomeçaram os ensaios com os elementos originais, excepção feito à acordeonista que foi superiormente substituída pelo Cestinho. Não há discurso descritivo para tornar claro a garra, a alegria, a alma, a força daquele reencontro.A banda que idealizei como Rock'n'fole (devido ao acordeão) mas que a imprensa decidiu baptizar de punk rural (por certo para desgosto do meu amigo João), está a preparar o espectáculo ao nível do que lhe era habitual incluindo temas novos que serão, para muitos, uma grande surpresa.
Preparem as orelhinhas e, já agora, uns troquitos para umas bjecas, uns bilhetes e umas bolachinhas com capa e, já agora, espreitem o meu Myspace se vos apetecer.
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4/21/2009 06:08:00 da tarde
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Em Abril, merdas mil.
Já nem me lembro bem como foi, sei que era Abril. Acordei e pouco depois de acordar iam haver mudanças no lar, grandes mudanças com camionetas e carregadores que envolvem tudo com celofane. É a vida, é Abril e é assim que as coisas funcionam. Porque 1500 mais 1000 são 500 e 1500 menos 500 são 3000 ou, pelo menos, foi isto que eu percebi. Regressei à procura do sono, dormi muito e não tenho a certeza absoluta se já acordei. Mas estou aqui.
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4/21/2009 05:20:00 da tarde
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Crise Total
Pois foi, houve crise. De tempo, de vontade e de inspiração. Houve mesmo crise. Conjugal, de habitação e de sentires. Crise económica também houve, pois claro, e haverá. Crise de valores e de objectivos. Também houve crise de resultados e de justiça e de saúde.
E a crise terminou?
-A resposta tem assobio para o lado e nome de álbum: Crisis? What crisis?
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4/21/2009 04:59:00 da tarde
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19/03/09
Se não estava fora de jogo, ficou.
15:59 Segunda-feira, 16 de Mar de 2009
Um adepto iraquiano matou domingo a tiro um futebolista da equipa adversária, numa altura em que este estava isolado frente ao guarda-redes e tinha a possibilidade de marcar um golo que empataria o desafio.
Muthanna Khalid, responsável da polícia iraquiana, revelou que quando um jogador da equipa amadora de Buhairat estava isolado frente ao guarda-redes, durante um jogo de amadores em Hillah, um adepto da equipa de Sinjar atingiu-o com um tiro na cabeça, quando faltava um minuto para o jogo terminar.
A fonte policial indicou que o espectador foi detido.
Com o aumento da segurança, há mais iraquianos a voltarem-se para os eventos desportivos, que são alvo de fortes medidas de segurança nos principais jogos em Bagdad, mas esta é mais fraca em jogos amadores e em cidades mais pequenas.
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3/19/2009 10:23:00 da manhã
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10/03/09
E nós, sacaninhas, deixamos?
A Associação Cultural Palco Oriental, entidade artística sem fins lucrativos não pode, nem deve, depender de um esforço particular mas sim de um esforço colectivo, daí a necessidade de TODOS lutarmos pelo preservação da mesma. O acórdão do STJ, decidiu atribuir o edifício onde está sedeada a Associação Cultural Palco Oriental à Igreja de S. Bartolomeu do Beato.
Desde 16 de Abril de 2001, que o processo movido contra a Associação Cultural Palco Oriental se encontrava nos tribunais.
O Tribunal de 1ª Instância deu razão à Associação Cultural Palco Oriental ao atribuir o edifício, a Relação sentenciou que a "coisa" não estava ganha, e o Supremo, de forma justiceira acabou com um projecto cultural e artístico que resistia desde há mais de duas décadas.
A Igreja recebe de bandeja um edifício onde nunca esteve nem aplicou um cêntimo.
A Associação Cultural Palco Oriental custeou obras, de largas dezenas de milhares de euros.
O edifício é doado à Igreja em 1999. O seu doador foi a Associação de Serviço Social, que abandonou as instalações, logo após o 25 de Abril de 1974.
A esta Associação de Serviço Social, não se lhe conhece qualquer actividade realizada após a revolução, nem nunca nos contactou a reivindicar a devolução do imóvel.
Dezenas de pessoas são assim privadas de dar continuidade aos seus projectos artísticos e à livre expressão das suas vontades e ideais.
Dezenas de pessoas que militantemente se dedicaram e investiram humana e materialmente durante tantos anos neste espaço para dotar culturalmente as populações da Zona Oriental de Lisboa, são assim despejadas.
Desde sempre que este foi um espaço de acolhimento para centenas de artistas, das mais variadas formas de expressão: do teatro, da música, da dança, das artes plásticas, do áudio visual, e da simples partilha de experiências de vida.
http://www.petitiononline.com/palcoori/petition.html
Palco Oriental
Calçada do Duque de Lafões, 78
1950-102 Lisboa
Tel: +351 210 191 957/ 91 944 38 01
palcooriental@clix.pt
http://sites.google.com/site/palcooriental1989
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3/10/2009 02:02:00 da tarde
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09/03/09
Às vezes sinto-me tão...
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3/09/2009 03:53:00 da tarde
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11/02/09
Coisas manhosas.
Eu também acho que o comentário do Prof. Marcelo é manhoso porque não acredito que ele considere que ainda resta tempo, 12, 13 semanas como disse, para inverter a tendência actual. Por isso impõe-se-me perguntar: -se não alertou quando ainda havia hipóteses, porque raio é que vem agora chatear a senhora?
Manhosas, a meu ver, são também as sondagens porque muitas das pessoas que, aparentemente, votariam neste ou naquele partido não podem garantir que se deslocarão às urnas. Umas porque não poderão mesmo e outras porque o vazio é tal que o mais certo é não apetecer. O BE e o PCP sobem, pois claro. É sempre assim até às eleições e sempre mais quando a cintura está apertadinha. Mais ainda quando votar PS é quase anti-solidário e votar PSD não traz qualquer garantia de bom senso. Na altura o BE vai subir um bocadinho, se a abstenção não bater recordes, e o PCP terá os votos do costume.
A abstenção, essa, vai ganhar folgadamente. A abstenção é um tipo de votos conexos (como os direitos de autor) que acaba sempre por beneficiar quem tiver mais votos e é por isso que a falta de votos no PSD para além de preocupar esse partido, devia preocupar-nos a todos. É que é muito possível que um molhinho de cidadãos eleitores seja suficiente para escolher quem nos vai governar.
Como conclusão, acho também manhosa a forma como a líder dos sociais-democratas reage a tudo isto e como a comunicação anti-Sócrates reage, também. As casinhas do Sócrates, o seu canudo, a tia, o primo, a mãe, a escolha sexual, a corrupção, a banha da cobra, o freeport, a arrogância, o "pinoquismo", etc...; até agora não resultou!
A menos que existam por aí escondidas mais umas opções que me troquem as voltas todas, estamos feitos .
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2/11/2009 12:27:00 da tarde
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Disparate do dia.
De que mundo está ele a falar?
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2/11/2009 11:15:00 da manhã
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Etiquetas: Disparate do dia






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