16/01/10
Malditos sobreiros.
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Zé Leonel
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1/16/2010 07:28:00 da tarde
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15/01/10
Queria olhar o Sol nos olhos.
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1/15/2010 05:02:00 da tarde
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13/01/10
Rui Pinhead
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1/13/2010 01:38:00 da tarde
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Francisco Rosário
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1/13/2010 01:37:00 da tarde
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Pedro da Moita
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1/13/2010 12:10:00 da tarde
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Adormecido.

Já me aconteceu a mim, se calhar a muitos de vós. Estou a trabalhar que nem um doido, mas estou a dormir. Durmo bombando.
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1/13/2010 12:00:00 da tarde
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09/01/10
Lindo
http://aeiou.expresso.pt/old-records=f556776
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1/09/2010 01:21:00 da tarde
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07/01/10
O reencontro com o Carlos.
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1/07/2010 04:10:00 da tarde
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Outro Paulo Pereira.
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1/07/2010 02:15:00 da tarde
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Bruno
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1/07/2010 02:09:00 da tarde
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VOU COMEÇAR A COLOCAR AQUI OS AMIGOS NOVOS:
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1/07/2010 12:12:00 da tarde
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06/01/10
Só pode ser assim!!!

Ontem foi um dia que eu apreciei. Os senhores dos carroceis rebelaram-se e até foram enruídar a Assembleia da República e uns outros foram entregar uma petição com 90 000 assinaturas. Não é que eu concorde com alguma delas, mas a percepção de que, hoje, nada se conquista sem luta que alguns cidadãos vão entendendo é uma vitória de uma luta pessoal de há 30 anos. A coisa, pessoalmente, torna-se mais complicada porque a classe musical ou a sub-classe das artes-a música, mostrou desde sempre um desinteresse chocante em relação a si próprios. Para não vos cansar a pensar vejam só a relação do Estado com o Teatro e notem bem a diferença.
Aquele abraço para todos.
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1/06/2010 01:01:00 da tarde
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04/01/10
2010
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E lá vem ele, mais um anito. Difícil, atrapalhante, cheio de inquietude e de dúvidas. Mas vem e nós vamos, com certeza, fazer-lhe frente.
BOM 2010 PARA TODOS!!!
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1/04/2010 01:44:00 da tarde
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21/12/09
BOM NATAL
Bons dias a todos e ao Sr.Inverno também. natal, concertos, ensaios e derivados têm-me roubado tempo para colocar aqui umas letras. Até ao fim do ano ainda vai ser aqui um bocadinho, podíamos nos encontrar no MusicBox dia 26 para ressacar o Natal e pôr a escrita em dia. BOM NATAL para todos.
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12/21/2009 12:28:00 da tarde
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27/11/09
A longa noite dos bancos mortos-vivos.
Não há meio do esqueleto do BPP sair do armário do Estado. O Governo prepara-se para renovar o aval ao empréstimo ao banco, que assim agoniza em prestações de seis em seis meses. O BPN devia ter sido salvo e não faliu. O BPP devia ter falido e foi salvo. Sobram dois buracos, a tapar com o mais silencioso dinheiro do mundo: o de contribuinte.
Passou mais de um ano. O Governo teve o primeiro instinto correcto, quando disse que o BPP não tinha risco sistémico e que teria de ser resolvido entre accionistas e clientes. Entre aldrabões e aldrabados. Depois de mudou de opinião. Avalizou um empréstimo. E nunca mais se livrou do problema. Nem livra.
Oficialmente, o Governo decidiu avalizar 450 milhões porque não corria riscos: tinha como garantia um conjunto de activos que, dizia, valem até mais - 600 milhões. Mas a "biografia não autorizada" desta intervenção conta outra história: o Governo interveio depois de saber que o BPP tinha clientes especiais. Não por serem muito ricos. Alguns por serem muito pobres.
Santuários religiosos. E centenas de milhões de euros de agricultores, depositados em caixas agrícolas que tinham caído no encantamento dos aprendizes de Rendeiro. Se estes agricultores tivessem perdido o seu dinheiro, não viriam à capital com cartazes e chapéus de cowboy. Gritariam como índios, montados em tractores e munidos de enxadas.
Avalizando um empréstimo, o Governo e a administração de Adão da Fonseca salvaram quem ainda hoje não sonha ter estado à beira da ruína. Mas privilegiaram alguns clientes. Prejudicando os demais. Incluindo aqueles que estavam na primeira linha de salvação. Os maiores credores do império do engano: os clientes do retorno absoluto. Até agora, absolutamente zero. Para mais, ainda apareceram dívidas das sociedades-veículo dos investimentos dos clientes. Dívidas que, assim, passaram a ser... dos clientes. A contabilidade é correcta. Mas revoltante.
E bizarra: se o BPP tivesse falido, estes clientes teriam ao menos disputado a massa falida. Mas, agora, pode não sobrar massa falida, se for verdade que ela foi encaminhada para esses clientes especiais. Nesse caso, os clientes podem queixar-se de desvio do seu dinheiro.
A salvação selectiva de clientes pode ter sido ilegal. Foi, certamente, imoral. Os chapéus de cowboy estão nas cabeças erradas: os clientes que os usam são, afinal, os que estão a ser toureados. É o jogo do passa-ao-outro-e-não-ao-mesmo, que Governo, administração, Banco de Portugal e CMVM badalam ante a estranheza de Bruxelas, que já não entende as razões de um aval a este zombie.
A razão é de que o Estado não quer entrar mais nem consegue sair do problema. Se retira o aval, o banco cai e os clientes acusam o Estado Português e a administração de ilegalidade na salvação dos clientes. Mantendo o aval, precisa que alguém tome conta do banco. Mas mesmo Duarte d'Orey, que agora sobe a parada para ficar no BPP, só fica se o Estado assumir prejuízos. Orey não quer um buraco, quer a licença para ser banqueiro que já uma vez pediu ao Banco de Portugal, sem sucesso.
Mais depressa apodrece o caixão encomendado que o BPP, que lhe estava destinado. O Estado está intimado a ficar com o buraco. É muito menor que o do BPN. Mas é muito mais asqueroso ter de pagá-lo. Algures em Sintra, João Rendeiro continuará a sorrir.
Pedro Santos Guerreiro
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11/27/2009 07:52:00 da manhã
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24/11/09
Há dias em que acordo na varanda.
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11/24/2009 07:49:00 da manhã
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20/11/09
Acordei cedo.
Acordei assim mesmo, muito cedo. Mentalmente queria recapitular o que tinha para fazer, mas estava tudo feito. Não há nada pior do que estar tudo feito. Não há nada melhor do que estar tudo feito.Invento, impaciento-me, vou às casas de instrumentos, escrevo e leio e escrevo, penso nos amigos e nos outros amigos que ainda hão-de ser, imagino formas de surpreender toda a gente, pego na viola. Depois, começo a fazer a quantidade de coisas que inventei....
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11/20/2009 10:26:00 da manhã
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19/11/09
Estou constipado.
A Gripe A está a deixar todos maluquinhos? Até os doutores?
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11/19/2009 01:40:00 da tarde
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17/11/09
Eu e o Paulo dos karpe Diem
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11/17/2009 11:19:00 da manhã
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Eu e o fotógrafo Francisco Rosário.
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11/17/2009 11:16:00 da manhã
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Eu e o Rui Pinhead
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11/17/2009 11:08:00 da manhã
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Eu e o amigo Pedro no Rock Lab - Moita
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11/17/2009 11:07:00 da manhã
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13/11/09
Escutas.
Quando comecei a trabalhar nos TLP, que ainda se chamava APT e que hoje é a PT; um dos meus primeiros serviços foi desmontar as centrais de escutas que existiam nas caves da Assembleia Nacional, hoje da Republica.
Cá fora havia milhares de pessoas que jubilavam com o que estava a acontecer e iam-se entretendo a emaranhar "jumpers", partindo repartidores e a estragar tudo o que nós lhe entregávamos.
Era o fim das escutas, era um grande passo contra ao medo e pela liberdade de comunicação.
Lembrei-me disto porque hoje, não só se fazem escutas por tudo e por nada como há um desejo paranóico de ouvir as escutas feitas. Tem a ver com a liberdade? De quem?
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11/13/2009 11:52:00 da manhã
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Paulo, Pedro, Sandra e Gonçalo ao vivo na Moita
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11/13/2009 11:22:00 da manhã
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06/11/09
ESQUERDA.NET | Concerto homenagem ao Zé da Messa
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11/06/2009 02:09:00 da tarde
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