22/11/04

Que o Amor não me Engana

Embora tudo tocar e cantar isto do Zeca Afonso:

Que o amor não me engana (Am C)
com a sua brandura, (Am C)
se da antiga chama, (G Em)
mal vive a amargura. (G Am)

De uma mancha negra,
d'uma pedra fria,
que o amor não se entrega
na noite vazia.

E as vozes embarcam,
num silêncio aflito,
quanto mais se apartam,
mais se houve o seu grito.

Muito à flor das águas,
noite marinheira,
vem devagarinho
para a minha beira.

Em novas coutadas,
junto a uma hera,
nascem flores vermelhas
pela primavera.

Assim tu souberas,
irmã cotovia,
dizer-me se esperas
pelo nascer do dia.


(Divirtam-se)



2 comentários:

bolacha disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
bolacha disse...

não engana?
ao bisc8 sempre enganou. e engana. daí os silêncios aflitos e os gritos mudos.
enfim, filosofias baratas. ou sem preço?